BOM DIA COM POESIA...
E R O S Ã O !
O menino sonha e voa alto
Como as gaivotas no céu
Nem percebe o tempo e
Acha as horas lentas
Corre, e salta, e usa o vigor
Não sabe definir ainda
O que seja o amor.
O velho já não sonha tanto
O quanto já sonhou um dia
Ainda voa, mas não tão alto
Preocupa-se com o tempo e
Acha as horas rápidas demais
Falta-lhe vigor pra saltar
Mas sabe definir o que é amor.
Menino + velho = ao tempo
Ciclo inevitável da vida
Estações - emoções - erosões
O hoje das horas longas
Horas curtas de amanhã
O menino não sabe o que é ser velho
Mas, o velho sabe o que é ser menino!
09/07/2013 - D I L S O N - NATAL/RN.
PUBLICADO NO RECANTO DAS LETRAS
EM 26/09/2013 - SOB Nº (T4498671) -
Espaço para as publicações de Maria Natividade Cortez Gomes e da cidade onde nasceu e faleceu, além de notícias e artigos sobre os bairros da Ribeira, Rocas e do seu entorno.
quinta-feira, 26 de setembro de 2013
quarta-feira, 25 de setembro de 2013
Espetáculo Auto da Aldeia do Guajiru a Batalha de São Miguel neste domingo dia 29 |
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domingo, 22 de setembro de 2013
A família Gosson em Natal. Livro será lançado dia 26, em Ponta Negra.
CARTA-CONVITE DO LIVRO CRÔNICAS DA FAMÍLIA GOSSON
Neste livro que será publicado em 26 de setembro 2013, última quinta-feira,, às 19h, no Hotel Majestic (de propriedade da família), escrito pelo poeta e escritor Eduardo Gosson, presidente da União Brasileira de Escritores – UBE/RN, vol. 04 da Coleção Bartolomeu Correia de Melo (prosa) do selo editorial Nave da Palavra, o autor conta, através de crônicas comoventes,cheias de lirismo, a história da sua família (Gosson) desde a vinda dos avós para o Brasil no ano de 1925 (imigrantes libaneses),passando pelos pais, tios, filhos e netos de forma leve. Foge ao padrão dos livros de genealogia. Pura poesia em forma de crônica.
Segundo a poeta e crítica literária Valdenides Dias, da Universidade Federal do RN – Campus de Currais Novos: “A suavidade com que você ata o fio da vida ao da morte me emociona. Mesmo poeticamente falando, dói. Tanto.”. Por sua vez, o poeta Horácio Paiva, afirma: “Você consegue expor a subjetividade de suas emoções com muito realismo – e alia tudo à nostalgia,às lembranças das pessoas e da cidade que passou...”. Avalizaram a presente obra o escritor português Carlos Morais dos Santos que assinou o Prefácio, Walter Cid que fez a Apresentação e a escritora Anna Maria Cascudo Barreto que escreveu as Orelhas. Para a filha de Cascudo: “Finalmente hoje participo já como escritora e acadêmica da União Brasileira de Escritores na sua diretoria. Encontro Eduardo Gosson, poeta e escritor, um batalhador cultural. Vejo-o como a síntese da família, naquilo que eles possuem de mais sólido. Seu sobrenome significa “árvore frondosa” em árabe. Ele é o somatório das virtudes adquiridas em terras brasileiras. Tem a simplicidade dos múltiplos, o brilhantismo dos modestos. Um líder, descobridor e incentivador de talentos. Incapaz de um sentimento menor. Pai amantíssimo. Avô fascinado. Excelente marido. Amigo como poucos.
Surgiu na vida como um sol que não admite sombras nem se deixa tolher pelas tempestades. Vive buscando a luz do paraíso da igualdade. Seu corpo frágil disfarça o gigante de esperanças. Pássaro que voa feliz apesar das correntes de ar contrárias. Acredita, como Esopo (século VI a.C.” ) que “a união faz a força”. Seu comunismo resulta no amor ao próximo. Sem buscar recompensas. Sua meta é erguer pontes quando só existiam paredes.”
SERVIÇO:
Lançamento do livro Crônicas da família Gosson
Data: 26.09.2013 (quinta-feira)
Hora: 19h
Local: Hotel Majestic sito à Av. Roberto Freire, 8860 – Ponta Negra. Após ultrapassar a Feira de Artesanato que fica em frente ao semáforo é o primeiro hotel à direita, vizinho ao Only Pizza. Tem estacionamento no hotel e, ao lado, há um terreno baldio, que é estacionamento
Valor do livro: R$ 30,00
sexta-feira, 13 de setembro de 2013
As mulheres nas canções medievais.
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sábado, 31 de agosto de 2013
O grande poeta Cruz e Sousa.
O
assinalado - Cruz e Sousa
Enviado por
Pedro Lago
-
30.08.2013
|
23h30m
Poema da Noite
Tu
és o louco da imortal loucura, O louco da loucura mais suprema.
A Terra é sempre a tua negra algema,
Prende-te nela a extrema Desventura.
Mas essa mesma algema de amargura,
Mas essa mesma Desventura extrema
Faz que tu’alma suplicando gema
E rebente em estrelas de ternura.
Tu és o Poeta, o grande Assinalado
Que povoas o mundo despovoado,
De belezas eternas, pouco a pouco…
Na Natureza prodigiosa e rica
Toda a audácia dos nervos justifica
Os teus espasmos imortais de louco!
João da Cruz e Sousa (Florianópolis, Santa Catarina, 24 de novembro de 1861 - Estação de Sítio, 19 de março de 1898). Poeta considerado um dos precursores do simbolismo no Brasil. Conhecido por Dante Negro ou Cisne Negro. Publicou em vida os livros de poemas Broquéis, Missal e Tropos e Fantasias. É membro da Academia Catarinense de Letras.
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sábado, 24 de agosto de 2013
Afinal, o que é a verdade?
A verdade verdadeira
“Tudo que eu não invento é falso...”
(Manoel de Barros - Poeta)
Ser escritor tem dessas coisas, de repente, do nada, aparece na nossa frente uma cena, uma imagem, uma história... Em certa manhã, Hegel, filósofo alemão, entra na sala de aula carregando uma caixa de sapato debaixo do braço. E antes mesmo de algum aluno lhe perguntar espantado: “Professor, o que é isso?!”, ele logo explica: “Eis a VERDADE, caros alunos! E de onde vocês estiverem nesta sala, no máximo conseguirão enxergar apenas três lados dela. Portanto, acreditem: vocês nunca serão capazes de vê-la por inteiro!”.
Agora fica fácil de saber o porquê de a verdade vir da origem de três palavras: Aletheia, Veritas e Emunah... E acredito até que cada uma delas tenta explicar um dos lados das três meias-verdades que enxergamos... Assim, para os gregos antigos, a verdade era algo sempre relacionado com a visão, afinal Aletheia significava: não escondido, não oculto... mas, o danado é que se a verdade vem dos olhos, Saint-exupéry a nega dizendo: “Só se enxerga bem com o coração. O essencial é invisível aos olhos”. E como enxergar a verdade, se quase sempre temos um coração de pedra, ou pior: nem coração temos?!...
Ah! Vamos, então, tentar buscar a verdade através da palavra latina Veritas que significa: rigor ou exatidão entre o relatado e o ocorrido?! Ilusão passageira, não é mesmo?! Pois logo vem Cristo para desmentir os latinos quando afirma: “O mal é o que sai da boca do homem”. E ele tem razão. Pesquisa, cientificamente comprovada, relata que a cada 10 minutos, o homem mente três vezes... é claro que este trabalho não incluiu ninguém de Brasília... e eu nem quero saber de fazer o cálculo de quanto eu já menti desde que nasci. Por isso, discordo totalmente de Shakespeare que dizia: “A brevidade é alma da inteligência”. Não! A brevidade é a alma da honestidade, pois quanto menos eu falar, menos mentira eu vou di zer... O silêncio é mesmo a sabedoria dos sábios! (Ou seria: a sabedoria dos honestos?!).
Resta-nos agora recorrermos aos filhos de Israel para encontrarmos a verdade, através da palavra Emunah que significa: fé, confiança... Assim, a verdade é aquilo que eu acredito. Mas, o danado é que nem todo mundo torce pelo Atlético Mineiro, para ficar o dia todo: “Eu acredito! Eu acredito!”. E existem até alguns mineiros que não levam mesmo fé na sua crença. E aqui na nossa cidade temos um exemplo claro disso, que é o Deputado Fernando Mineiro, do PT: se ele - e o seu partido- tivessem botado fé na sua candidatura, o Prefeito de Natal, hoje, seria outro...
Mas mesmo o Emunah - não sendo 100% fiel à verdade -, eu (não sendo mineiro, e sim potiguar) acredito que existe um lado que Hegel poderia ter explorado mais: o lado de dentro da caixa... No filme Don Juan DeMarco, uma das passagens mais interessantes é quando o psiquiatra, interpretado por Marlon Brando, pergunta a freira e mãe de Don Juan: “A senhora traiu mesmo o seu marido?!”. E a resposta foi: “Doutor, a verdade está dentro do senhor!”.
Pois é caro leitor, acredite: a verdade é o que está dentro de cada um! Por isso, vou agora dizer as minhas verdades verdadeiras. E como eu sei que “as verdades são como as rosas e têm espinhos”, espero que ninguém fique chateado ou ferido com elas, já que elas são só as minhas, apenas as minhas verdades... Ah! E é através delas que eu consigo me libertar: “Conhecereis a verdade e a verdade vós libertará!”...
A minha primeira verdade verdadeira é que eu tenho sempre que acusar os políticos por tudo de ruim que me acontecer. Afinal, no dia da eleição, eles não entram comigo na cabine de votação, pegam o meu dedo à força e me obrigam a confirmar sempre e sempre o voto neles?! Não é assim?! Pois então, nada mais justo, deles pagarem o pato...
A minha segunda verdade verdadeira é que eu tenho mesmo de ser contra a vinda de médicos estrangeiros para o nosso país, afinal, vai que dá certo a medicina preventiva e aí como é que eu vou justificar a minha revolta pela falta de dinheiro na saúde?! Afinal, precisamos de mais e mais dinheiro, que se “perderão” nas licitações da compra de mais e mais ambulâncias para transferirmos mais e mais dos nossos doentes do interior, para os corredores abarrotados dos hospitais da capital... Aliás, por falar em ambulâncias, estão faltando sim, elas no Serviço de Atendimento Móvel às Urgências (SAMU). Pois, pelos meus modestos cálculos, deveríamos ter pelo menos uma ambulância em cada rua, ou melhor: uma ambulância em cada casa, pois assim, eu e meus amigos ficaríamos mais tranquilos para enchermos a cara de álcool, e depois dirigirmos as nossas motos a 1000 km/hora, para nos arrebentarmos no primeiro poste que encontrássemos pela frente... Afinal saúde não é um direito de TODOS e um DEVER do estado?! Por que não todos não pagarem a conta, minha e dos meus colegas, por esta irresponsabilidade solidária?!
A minha terceira verdade verdadeira é que estão faltando sim, leitos de UTI em todas as cidades. Acho até que deveríamos construir dois leitos de UTI por cada casa. Afinal, eu não tenho que colocar, MESMO SEM NENHUMA INDICAÇÃO, os meus pais para morrerem lá?! Já que eu não dei assistência a eles durante a vida toda, porque eu vou ficar cuidando deles na hora da sua morte?! Se, estão faltando leitos de UTI para os que verdadeiramente precisam: isso não é problema meu, pois saúde é um direito de TODOS e um DEVER do estado... e todos tem o dever de pagar pela minha saúde mental: o que os olhos não veem, o coração não sente, não é mesmo?!
A minha quarta verdade verdadeira é que, quando eu reprovar um aluno, a culpa será sempre dele: não estudou; não prestou atenção a aula... assim, ninguém vai descobrir que eu não fui capaz de estimulá-lo, que eu não fui capaz de ensiná-lo nada de significativo, nada de útil para mudar a vida dele e nem de ninguém da sua comunidade, pois eu só sei “ensinar” o que eu aprendi durante a minha pós graduação: “A influência da formação das nuvens no humor dos gafanhotos da Malásia”... Bem caro leitor, não preciso mais continuar dizendo as minhas verdades verdadeiras, pois vocês já perceberam que eu adoro mesmo é ver sempre o cisco no olho do meu vi zinho...
P.s. Espero que, em 10 minutos, vocês consigam ler este artigo, afinal preciso ficar só com três mentiras... Mas, se eu mentir muito caro leitor, nem vou ficar com tanto remorso, pois Mario Quintana já dizia: “A mentira é só uma verdade que se esqueceu de acontecer”, não é mesmo?!
Francisco Edilson Leite Pinto Junior– Professor, médico e escritor.
domingo, 18 de agosto de 2013
Relembrando os tempos dos discos voadores. Nós é que éramos voadores...
[AssessoRN.com] Extraterrestres ou apenas meros espiões do pé roxo? |
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sexta-feira, 9 de agosto de 2013
Faleceu hoje, em Currais Novos, a mulher que foi o elo de ligação entre os Pegado Cortez, do litoral sul, com os Gomes, do seridó potiguar. Maria Anísia Cortez Gomes era cunhada de Maria Natividade Cortez Gomes.
Caríssimos (as)
As famílias Cortez Gomes e Simonetti Gomes estão de luto
desde a manhã de hoje, 9, com os falecimentos de Maria Anísia Cortez Gomes (Tia
Pepita), 92, viúva de Olavo Dantas Cortez, de Currais Novos/RN, e de João
Batista Simonetti, 79, irmão de Salete Simonetti, de Assu/RN, viúva de Cleando
Cortez Gomes. Maria Anísia faleceu em sua residência, em Currais Novos, de onde
sairá o féretro às 10 horas de amanhã, sábado, para sepultamento no cemitério
local. Pepita, como era conhecida, deixou 11 filhos, nasceu no
sítio Liberdade, de propriedade de José Gomes de Melo Júnior e Ana Dantas
Cortez Gomes, seus pais. Antonio Dantas Cortez, o curraisnovense que fugiu de
casa e foi padrasto de Raul Cortez, o célebre ator de teatro e da rede Globo de
Televisão, era tio de Maria Anísia Cortez Gomes.
Tia Pepita foi o elo de ligação
dos Pegado Cortez, do litoral sul com os Cortez Gomes, do seridó
potiguar, após casar com Olavo Dantas Cortez, em 1948. Olavo era neto Maria
Senhorinha Dantas Cortez, que em 1890 enviuvou de Manoel Pegado Cortez Júnior,
de Arês/RN.
João Batista Simonetti faleceu em São Paulo/SP, vítima de
parada cardíaca e será sepultado na capital paulistana, amanhã, 10. Deixou
viúva Lilian Saldanha Simonetti e quatro filhos. Era aposentado do Banco do
Brasil e pertenceu ao Lions Clube.
domingo, 4 de agosto de 2013
Eduardo Vilar lança livro sobre o médico Joaquim Luz.
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Foto convite/Divulgação
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O jornalista e escritor José Eduardo Vilar Cunha lança no próximo dia 14, a partir das 18h, na Academia Norte-rio-grandense de Letras, o seu quarto livro: "Joaquim Luz - Memórias", que versa sobre o professor e médico sanitarista Joaquim Luz Cunha, com prefácio do jurista Jurandir Navarro e apresentação do médico Olímpio Maciel.
O conteúdo apresenta a reconhecida atuação do biografado como fundador da UFRN e das faculdades de Farmácia e Medicina, destacando o exercício da profissão médica como obstetra e ginecologista.
O livro tem o apoio da União Brasileira de Escritores (UBE-RN) e durante o lançamento será oferecido um coquetel aos convidados.
Por divulgação
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Postado por AssessoRN - Jornalista Bosco Araújo no AssessoRN.com em 8/03/2013 10:02:00 PM
quinta-feira, 1 de agosto de 2013
Eduardo Gosson no lançamento do livro de Nati Cortez.
sábado, 27 de julho de 2013
O FFooonteMARIBONDO AMOROSO - lançamento do livro da escritora Natí Cortez - "in memórian"
A UBE/RN,- União Brasileira de Escritores do Rio Grande do Norte, através do Presidente poeta e escritor Eduardo Gosson, realizou dia 25 mais um evento em prol da preservação da memória literária potiguar. O lançamento do livro O MARIBONDO AMOROSO da escritora Nati Cortez (in memorian). O livro infantil é uma peça teatral e tem o prefácio do escritor Carlos Roberto de Miranda Gomes e a orelha do escritor Eduardo Gosson. O evento teve o cerimonial da escritora Lúcia Helena Pereira e foi muito prestigiado pelos amigos, escritores e familiares dessa respeitável dama da literatura Norte-Rio-Grandense.
Parabéns Eduardo por preservar nossa identidade cultural!
Luis e Francisco Cortez
autografaram com muito orgulho o livro da mãe Nati Cortez
familiares exibem a importante obra da literatura infantil potiguar
Os netos recepcionaram os convidados
Escritora Rosa Regis- Presidente da Academia Norte-Rio-Grandense de Cordel
recebe o autógrafo do nosso amigo querido Luis Cortez.
Escritor Diógenes da Cunha Lima
Presidente da Academia Norte-Rio-Grandense de Letras
e a escritora Flauzineide Moura
Escritora Zelma Furtado
Presidente da Academia Feminina de Letras recebe o autógrafo
dos filhos da patrona Nati Cortez
Meu amigo Luis Cortez e seu irmão Francisco me
deram a honra do autógrafo
Família Ramalho Cortez no lançamento de O Maribondo Amoroso.
A família de Ewerton Dantas Cortez e Genura Ramalho Cortez (in memorian) compareceu ao lançamento do livro de Nati Cortez. Na foto, quando Francisco de Assis, filho da autora, autografava um exemplar, estão Iêdis (da direita p/ a esquerda), Iúris, Isis, Ióris, Iéris e esposa, Bereca e Yáris (vestido azul), a escritoras Rosa Régis e Vilmaci Viana, além de Luiz Gonzaga e João Maria Cortez Gomes de Melo
Escritora Rosa Régis, presidente da Academia Feminina de Letras do RN e o escritor Luiz Gonzaga Cortez,filho da autora. Atrás, sempre sorridente a advogada de renome internacional Yáris Cortez e seus irmãos e irmãs.
Livro de Nati Cortez e a solenidade na Academia de Letras.
As fotos de Fernando Queiroz são alguns momentos da solenidade do lançamento da 2ª edição de "O Maribondo Amoroso", de Maria Natividade Cortez Gomes (Nati Cortez), na noite do dia 25 de julho passado, no salão nobre da Academia de Letras do Rio Grande do Norte. Na primeira foto, o médico e poeta assuense Paulo Alfredo Simonetti Gomes, neto de Nati. Ao centro, o poeta Eduardo Antonio Gosson, presidente da seção estadual da União Brasileira de Escritores, quando, após saudar os convidados e familiares da autora que contagiaram o seleto auditório, fez um histórico da vida literária de Nati Cortez. À direita, o casal de psicólogos Emanuelle e Valdilécio, com os dois filhos bisnetos de Nati Cortez.quinta-feira, 25 de julho de 2013
Uma poema de Ana Maria Cortez.
SALVANDO A MESÓCLISE
(Direitos reservados à autora ANA CORTEZ). *
I
Quem sabe ver-nos-emos qualquer dia desse ;
Dir-lhes-emos o quanto eles poder-nos-iam fazer falta
Far-lhes-emos uma grande homenagem
Encontrá-los-ei com amigos de longa data.
II
Quem sabe pensando em ti saborá-los-ei
Dos prazeres da vida e dela mostrar-te-ei o sublime
Ficar-nos-á o tempo, contemplá-lo-emos!
Admirar-te-íamos e tu mostrar-nos-ias a alegria.
III
Você descrever-me-á os tempos idos
Lembrar-me-á as antigas canções
Levá-lo-ei e levar-me-á a outras destinações
Por caminhos suaves segui-lo-ei.
*Ana Maria Cortez é filha de Maria Natividade Cortez Gomes (Nati Cortez), autora da peça de teatro infantil "O Maribondo Amoroso", que será lançado na noite de hoje, 25,na Academia de Letras (Rua Mipibú, 443, Petrópolis, em Natal/RN.
(Direitos reservados à autora ANA CORTEZ). *
I
Quem sabe ver-nos-emos qualquer dia desse ;
Dir-lhes-emos o quanto eles poder-nos-iam fazer falta
Far-lhes-emos uma grande homenagem
Encontrá-los-ei com amigos de longa data.
II
Quem sabe pensando em ti saborá-los-ei
Dos prazeres da vida e dela mostrar-te-ei o sublime
Ficar-nos-á o tempo, contemplá-lo-emos!
Admirar-te-íamos e tu mostrar-nos-ias a alegria.
III
Você descrever-me-á os tempos idos
Lembrar-me-á as antigas canções
Levá-lo-ei e levar-me-á a outras destinações
Por caminhos suaves segui-lo-ei.
*Ana Maria Cortez é filha de Maria Natividade Cortez Gomes (Nati Cortez), autora da peça de teatro infantil "O Maribondo Amoroso", que será lançado na noite de hoje, 25,na Academia de Letras (Rua Mipibú, 443, Petrópolis, em Natal/RN.
sábado, 20 de julho de 2013
O Maribondo Amoroso será lançado no dia 25.
O marimbondo amoroso
Peça teatral de Nati Cortez, pioneira da literatura infantil no RN, será relançada em livro na próxima quinta-feira
21:06 18 de Julho de 2013
Redação
DO NOVO JORNAL - Edição de 19.07.2013.
A União Brasileira de Escritores (UBE/RN) vai lançar na próxima quinta-feira (25), Dia do Escritor, a segunda edição do livro “O marimbondo amoroso”, de Nati Cortez, pioneira da literatura infantil no Rio Grande do Norte. A autora faleceu em 1989, aos 75 anos, e a publicação deste livro inicia uma série de homenagens ao centenário dela que transcorrerá em setembro do próximo ano.
originário de uma peça teatral, o livro conta a estória de um maribondo, cujo nome é Amoroso, que se apaixona por uma abelhinha. O romance, que contraria a vontade da abelha rainha e do rei marimbondo, ainda sofre mais um revés: como são de espécies diferentes, ele machuca a fêmea com seu ferrão. Como prova de amor, Amoroso retira o seu ferrão e se torna um abelhão para conseguir viver junto da amada. Enfim, os dois se casam e vão morar juntos na colmeia, mostrando aos jovens leitores que o amor faz maravilhas quando une os corações.
Um dos 24 filhos de Nati Cortez, João Maria, 68, conta que a mãe escrevia desde os 14 anos de idade, mas o gosto pelas peças infantis surgiu somente após o nascimento dos primeiros netos, na década de 60. Durante sua trajetória, publicou peças como Diálogo das Estrelas (1971) e Abelhinha Sonhadora (1973). Suas principais obras, no entanto, foram O Mistério dos Discos Voadores (1976), A Guerra dos Planetas, Natal do meu tempo de menina; O Curumim Amazônico e O Maribondo Amaroso (1980).
João Maria conta que há muitos textos da mãe que nunca foram publicados e são guardados como lembrança na casa da família. Boa parte deste arquivo, segundo ele, é de poesias e contos, predominando entre estes últimos a temática da ufologia, assunto que a autora pesquisava e tinha interesse especial.
A iniciativa para a republicação do livro aconteceu em outubro de 2012, durante o V Encontro Potiguar de Escritores, promovido UBE/RN, na Academia Norte-RioGrandense de Letras, quando a autora teve seu nome inserido na Coleção Nati Cortez (Infanto-Juvenil) destinada às crianças e jovens.
Com boa parte da família vive em diversos estados, como Rio de Janeiro (RJ), onde Nati passou a infância, Brasília (DF) e Ceará, os filhos estão querendo reunir os parentes durante o lançamento do livro em Natal. “Após a sua morte houve até homenagens internacionais, feitas por amigos de Moçambique e Angola. E com esta (homenagem), de sua terra, não há como não ficar orgulhoso”, afirmou João Maria, resumindo o sentimento dos descendentes de Nati Cortez.
O presidente da UBE, Eduardo Gosson, explica que o livro faz parte de uma série de publicações realizadas em homenagem a autores potiguares desde o ano passado, conforme plano editorial estebelecido pela instituição. Atualmente, a UEB conta com cinco coleções: a Antônio Pinto de Medeiros, sobre poesia; Bartolomeu Correia de Melo, prosa; Enélio petrovich, história e memória do Rio Grande do Norte; a coleção Deífilo Gurgel, dedicado ao folclore e a coleção Nati Cortez, voltada para a literatura infantil.
Para Gosson, a publicação da obra vem em boa hora, pois é uma preocupação da entidade incentivar a leitura das crianças. “O marimbondo amoroso” é o primeiro título da UBE destinado a esse público. “A coleção Nati Cortez está surgindo na hora certa, tanto para que as crianças comecem a ler desde cedo como para resgatar uma autora que, por sua importância, não pode ser esquecida”, afirmou.
No ano passado, segundo o presidente da UBE, foram reeditadas pela nove obras. E até julho de 2013, pelo menos quatro livros foram publicados. A previsão é de que o número suba para oito até o final deste ano.
DO NOVO JORNAL - Edição de 19.07.2013.
A União Brasileira de Escritores (UBE/RN) vai lançar na próxima quinta-feira (25), Dia do Escritor, a segunda edição do livro “O marimbondo amoroso”, de Nati Cortez, pioneira da literatura infantil no Rio Grande do Norte. A autora faleceu em 1989, aos 75 anos, e a publicação deste livro inicia uma série de homenagens ao centenário dela que transcorrerá em setembro do próximo ano.
originário de uma peça teatral, o livro conta a estória de um maribondo, cujo nome é Amoroso, que se apaixona por uma abelhinha. O romance, que contraria a vontade da abelha rainha e do rei marimbondo, ainda sofre mais um revés: como são de espécies diferentes, ele machuca a fêmea com seu ferrão. Como prova de amor, Amoroso retira o seu ferrão e se torna um abelhão para conseguir viver junto da amada. Enfim, os dois se casam e vão morar juntos na colmeia, mostrando aos jovens leitores que o amor faz maravilhas quando une os corações.
Um dos 24 filhos de Nati Cortez, João Maria, 68, conta que a mãe escrevia desde os 14 anos de idade, mas o gosto pelas peças infantis surgiu somente após o nascimento dos primeiros netos, na década de 60. Durante sua trajetória, publicou peças como Diálogo das Estrelas (1971) e Abelhinha Sonhadora (1973). Suas principais obras, no entanto, foram O Mistério dos Discos Voadores (1976), A Guerra dos Planetas, Natal do meu tempo de menina; O Curumim Amazônico e O Maribondo Amaroso (1980).
João Maria conta que há muitos textos da mãe que nunca foram publicados e são guardados como lembrança na casa da família. Boa parte deste arquivo, segundo ele, é de poesias e contos, predominando entre estes últimos a temática da ufologia, assunto que a autora pesquisava e tinha interesse especial.
A iniciativa para a republicação do livro aconteceu em outubro de 2012, durante o V Encontro Potiguar de Escritores, promovido UBE/RN, na Academia Norte-RioGrandense de Letras, quando a autora teve seu nome inserido na Coleção Nati Cortez (Infanto-Juvenil) destinada às crianças e jovens.
Com boa parte da família vive em diversos estados, como Rio de Janeiro (RJ), onde Nati passou a infância, Brasília (DF) e Ceará, os filhos estão querendo reunir os parentes durante o lançamento do livro em Natal. “Após a sua morte houve até homenagens internacionais, feitas por amigos de Moçambique e Angola. E com esta (homenagem), de sua terra, não há como não ficar orgulhoso”, afirmou João Maria, resumindo o sentimento dos descendentes de Nati Cortez.
O presidente da UBE, Eduardo Gosson, explica que o livro faz parte de uma série de publicações realizadas em homenagem a autores potiguares desde o ano passado, conforme plano editorial estebelecido pela instituição. Atualmente, a UEB conta com cinco coleções: a Antônio Pinto de Medeiros, sobre poesia; Bartolomeu Correia de Melo, prosa; Enélio petrovich, história e memória do Rio Grande do Norte; a coleção Deífilo Gurgel, dedicado ao folclore e a coleção Nati Cortez, voltada para a literatura infantil.
Para Gosson, a publicação da obra vem em boa hora, pois é uma preocupação da entidade incentivar a leitura das crianças. “O marimbondo amoroso” é o primeiro título da UBE destinado a esse público. “A coleção Nati Cortez está surgindo na hora certa, tanto para que as crianças comecem a ler desde cedo como para resgatar uma autora que, por sua importância, não pode ser esquecida”, afirmou.
No ano passado, segundo o presidente da UBE, foram reeditadas pela nove obras. E até julho de 2013, pelo menos quatro livros foram publicados. A previsão é de que o número suba para oito até o final deste ano.
quarta-feira, 17 de julho de 2013
UBE/RN lança mais um livro de Nati Cortez.
Caríssimos (as).
No dia 25 de julho, 5ª feira, às 18 horas, haverá o lançamento do livro de Nati Cortez, "O Maribondo Amoroso", uma peça da pioneira do teatro infantil no Rio Grande do Norte. A publicação é da UBE potiguar, em parceria com a família da autora. O lançamento será no auditório da Academia de Letras do RN, na rua Mipibu, 443, Petrópolis "O Maribondo Amoroso" da escritora Nati Cortez (in memorian) é o vol. 01 da Coleção Nati Cortez (infanto-juventil), selo editorial Nave da Palavra. Prefácio do professor Carlos Roberto Miranda Gomes.
Contamos com sua presença.
Cordialmente
A Família de Maria Natividade Cortez Gomes.
sexta-feira, 5 de julho de 2013
UBE/RN se reune dia 25 e lança 2ª edição de livro de Nati Cortez.
CONVITE
Data: 25.07.2013 (quinta-feira) - Hora: 18h - Local: Academia Norte-rio-Grandense de Letras à rua Mipibu, 443 - Petrópolis
Eduardo Antonio Gosson
Presidente da UBE/RN
Família cogita lançar "Abelhinha Sonhadora", em 2014, ano do seu centenário de nascimento.Foto: arquivo da família.
quarta-feira, 26 de junho de 2013
Leonardo Boff opina sobre os protestos no Brasil.
Estou fora
do pais, na Europa a trabalho e constato o grande interesse que todas as mídias
aqui conferem às manifestações no Brasil.
Há bons especialistas na Alemanha e França que emitem juízos pertinentes. Todos
concordam nisso, no caráter social das manifestações, longe dos interesses da
política convencional. É o... triunfo dos novos meios e congregação que são as
mídias sociais.
O grupo da libertação e a Igreja da libertação sempre avivaram a memória antiga
do ideal da democracia,presente, nas primeiras comunidades cristãs até o século
segundo pelo menos.Repetia-se o refrão clássico:"o que interessa a todos,
deve poder ser discutido e decidido por todos". E isso
funcionava até para a eleição dos bispos e do Papa. Depois se perdeu esse ideal
nas nunca foi totalmente esquecido. O ideal democrático de ir além da
democracia delegatícia ou representativa e chegar à democracia participativa,
de baixo para cima, envolvendo o maior número possível de pessoas, sempre
esteve presente no ideário dos movimentos sociais, das comunidades de base,dos
Sem Terra e de outros. Mas nos faltavam os instrumentos para implementar
efetivamente essa democracia universal, popular e participativa. Eis que esse
instrumento nos foi dado pelas várias mídias sociais. Elas são sociais, abertas
a todos. Todos agora tem um meio de manifestar sua opinião, agregar pessoas que
assumem a mesma causa e promover o poder das ruas e das praças. O sistema
dominante ocupou todos os espaços. Só ficaram as ruas e as praças que por sua
natureza são de todos e do povo. Agora surgiram a rua e a praça virtuais,
criadas pelas midias sociais.
O velho sonho democrático segundo o qual o que interessa a todos, todos tem
direito de opinar e contribuir para alcançar um objetivo comum, pode em fim
ganhar forma.
Tais redes sociais podem desbancar ditaduras como no Norte da Africa, enfrentar
regimes repressivos como na Turquia e agora mostram no Brasil que são os
veículos adequados de reivindicações sociais, sempre feitas e quase sempre
postergadas ou negadas: transporte de qualidade, saúde, educação, segurança,
saneamento básico. São causas que tem a ver com a vida comezinha, cotidiana e
comum à maioria dos mortais. Portando, coisas da Política em maiúsculo.
Nutro a convicção de que a partir de agora se poderá refundar o Brasil a partir
de onde sempre deveria ter começado, a partir do povo mesmo que já encostou nos
limites do Brasil feito para as elites. Estas costumavam fazer
políticas pobres para os pobres e ricas para os ricos. Essa lógica deve mudar
daqui para frente. Ai dos políticos que não mantiverem uma relação orgânica com
o povo. Estes merecem ser varridos da praça e das ruas.
Escreveu-me um amigo que elaborou uma das interpretações do Brasil mais
originais e consistentes, o Brasil como grande feitoria e empresa do Capital
Mundial, Luiz Gonzaga de Souza Lima. Permito-me citá-lo:
"Acho que o povo esbarrou nos limites da formação social empresarial, nos
limites da organização social para os negócios. Esbarrou nos limites da Empresa
Brasil.
E os ultrapassou. Quer ser sociedade, quer outras prioridades sociais, quer
outra forma de ser Brasil, quer uma sociedade de humanos, coisa diversa da
sociedade dos negócios. É a Refundação em movimento".
Creio que este autor captou o sentido profundo e para muitos ainda escondido
das atuais manifestações multitudinárias que estão ocorrendo no Brasil.
Anuncia-se um parto novo. Devemos fazer tudo para que não seja abortado por
aqueles daqui e de lá de fora que querem recolonizar o Brasil e condená-lo a
ser apenas um fornecedor de commodities para os países centrais que
alimentam ainda uma visão colonial do mundo, cegos para os processos que nos
conduzirão fatalmente à uma nova consciência planetária e a exigência de uma
governança global. Problemas globais exigem soluções globais. Soluções
globais pressupõem estruturas globais de implementação e orientação. O Brasil
pode ser um dos primeiros nos quais esse inédito viável pode começar a sua
marcha de realização. Dai ser importante não permitirmos que o
movimento seja desvirtuado.
Música nova exige um ouvido novo.
Todos são convocados a pensar este novo, dar-lhe sustentabilidade e faze-lo
frutificar num Brasil mais integrado, mais saudável, mais educado e melhor
servido em
suas necessidades básicas.
Leonardo Boff - Munique > Paris 24/06/2013
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