domingo, 20 de novembro de 2016

sexta-feira, 11 de novembro de 2016

A ÚLTIMA VIAGEM DE UM MAQUINISTA DO TRANSPORTE FÉRREO DE PASSAGEIROS

Por José Romero Araújo Cardoso

Parecia estar vivendo um pesadelo quando acionou o mecanismo que impulsionou velocidade à velha locomotiva, pois aquela seria sua última viagem conduzindo a composição férrea transportando passageiros, a qual, em verdade, passou a ser nos últimos vinte e três anos como um membro da família.
          
Não era a aposentadoria que estava chegando e sim a desativação do ramal ferroviário que estava acontecendo, algo que considerava inamissível em um país dito civilizado, cuja economia dependia diretamente da viabilidade dos meios de transportes a fim de escoar a produção e as pessoas.


Entre tantos problemas enfrentados, agora aparecia mais um, pois a incorporação em outro setor era uma incógnita que o acompanharia na última viagem como maquinista da velha estrada de ferro. Falavam em contenção de despesas, em dispensa de pessoal, etc. 
          
O trem começou a ganhar velocidade, fazendo tremer trilhos e dormentes envelhecidos pelo tempo. O descaso com o meio de transporte estava tão visível que a manutenção não vinha sendo feita há muito tempo.
          
Reflexões começaram a ser feitas pelo velho maquinista, sobre as razões de tamanha irresponsabilidade para com a coletividade. Inteligente, leitor ávido quando tinha tempo, lembrou-se que o modelo de substituição de importações adotado pelo governo federal a partir de 1956 priorizou a indústria automobilística em detrimento de transportes de massas.
          
Seria impossível conceber que no ensejo da concretização de uma nova ordem econômica pautada na individualidade houvesse espaço livre para o transporte férreo. As ferrovias, mais dia menos dia, seriam desativadas para viabilizar a acumulação extraordinária das grandes empresas que se instalaram no país devido tantas vantagens oferecidas.

          
Quantas famílias são alimentadas como o trabalho na estrada de ferro? Inúmeras. Incontáveis. Se contarmos empregos diretos e indiretos os números subirão ás alturas. É uma verdadeira falta de humanismo cometer tamanha atrocidade com tanta gente. Será que esse povo que tem o poder nas mãos não possui coração? Refletia o velho maquinista com suspiros no peito.
          
Cada estação na qual o trem parava era milimetricamente observada pelo maquinista. Colegas de trabalho com olhares tristes, realizando dentro e fora da estação os últimos trabalhos. Pobres viúvas vendendo pastéis, cocadas, tapiocas e outras iguarias da culinária local, cujos semblantes refletiam as incertezas sobre o que fariam depois que a linha férrea fosse desativada. Como apurariam um dinheirinho para os medicamentos dos filhos e netos, já que o sistema de saúde no pais é tão precário? Vendedores de fitas cassetes com os sistemas de sons a toda altura, visando atrair fregueses para comprar seus produtos, foram notados pelo velho maquinista. A tristeza também estava presente naqueles beneficiados pela estrada de ferro.


Esses trilhos por onde o trem passa vai ter qual destino? Será que vão vender como ferro pesado em algum lugar distante? Lógico que vão aproveitar de alguma forma isso tudo, fruto de um luta imensa que começou no século XIX.         

Para esses trilhos chegarem no Estado vizinho foi uma luta imensa. Somente na segunda metade da década de 1950 foi que alcançou o ramal que pode interligar-nos com o resto do país. Tudo vai ser destruído, acho que quase nada vai ficar de lembrança. O povo tem memória curta. Logo, logo nem vai se lembrar que essa estrada de ferro existiu, bem como quantas pessoas beneficiou, quanta gente transportou.


E o transporte de carga? Será que vão ter a coragem de desativar também? Se tiverem, como vai ser para fazer o escoamento da nossa produção? Claro, caminhões. Muitos veículos de grande porte começarão a chegar em nossa região para fazer o transporte das cargas que o trem fazia. Com as estradas esburacadas e mal conservadas, penso no que passará a acontecer. Acidentes, óbitos, dor das famílias desses profissionais e das pessoas que eles acidentarão. 
          
Penso que se desativarem também o transporte férreo de cargas e os caminhões começarem a se responsabilizar pelo transporte da produção, haverá aumento no índice de prostituição, entre outros inúmeros problemas que surgirão.
          
No ponto terminal da viagem, os lamentos não estavam sendo os mesmos por que a linha férrea não estava ameaçada em sua interligação para o resto do país, mas devido ao vínculo cultural formado ao longo dos anos, era notado o sentimento que todos demonstravam em razão da desativação do transporte de passageiros que unia os dois estados. 


Crônica laureada com Menção Honrosa no Resultado final do Terceiro Concurso de Crônicas, Contos e Poesias "João Batista Cascudo Rodrigues" - Versão 2016 - Promoção: Academia Mossoroense de Letras – AMOL

José Romero Araújo Cardoso (Mini Currículo):

Geógrafo (UFPB). Especialista em Geografia e Gestão Territorial (UFPB-1996) e em Organização de Arquivos (UFPB - 1997). Mestre em Desenvolvimento e Meio Ambiente pela Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (2002). Atualmente é professor adjunto IV do Departamento de Geografia/DGE da Faculdade de Filosofia e Ciências Sociais/FAFIC da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte/UERN. Tem experiência na área de Geografia Humana, com ênfase à Geografia Agrária, atuando principalmente nos seguintes temas: ambientalismo, nordeste, temas regionais. Espeleologia é tema presente em pesquisas. Escritor e articulista cultural. Escreve para diversos jornais, sites e blogs. Sócio da Sociedade Brasileira de Estudos do Cangaço (SBEC) e do Instituto Cultural do Oeste Potiguar (ICOP). Membro da Associação Mossoroense de Escritores (ASCRIM).
Endereço residencial:

Rua Raimundo Guilherme, 117 – Quadra 34 – Lote 32 – Conjunto Vingt Rosado – Mossoró – RN – CEP: 59.626-630 – Fones: (84) 9-8738-0646 – (84) 9-9702-3596 – E-mail:romero.cardoso@gmail.com

sábado, 19 de novembro de 2016

A Ilha de sumiu do mapa é tema do novo livro de João Felipe.

Boa tarde, quase noite, para todos
No dia 8 de dezembro de 2016, estarei lançando um livro, sobre a Ilha de Manoel Gonçalves, que acaba de ser impresso. Nele, reuni, o que foi possível encontrar sobre essa Ilha que precedeu nossa Macau, mas que foi coberta, totalmente, pelo mar, nas proximidades do ano de 1845.
 O lançamento será no Espaço Hipotenusa, Rua Marise Bastier, 207, a partir das 17 horas.
Convido a todos para conhecer esse pedaço da História do Rio Grande do Norte, como da região salineira.
Abraços 
João Felipe da Trindade
Natal, Rio Grande do Norte

quinta-feira, 17 de novembro de 2016

quinta-feira, 17 de novembro de 2016


Ivan Lira de Carvalho 
Em importante postagem, o historiador e Cel-PM Angelo Mario DE Azevedo Dantas, meu confrade no Instituto Histórico e Geográfico do Rio Grande do Norte, apoiado em cartão postal do acervo do pesquisador André Madureira, relembra que o imóvel sito à esquina da Rua Frei Miguelinho com a Esplanada Silva Jardim, na Ribeira, foi erguido para sediar o Comando da Polícia Militar do RN, em 1896. Acostou foto da sua autoria, datada de 2007. Agora aqui publico imagem mais recente do prédio, servindo de painel de arte de rua, mas conservando a placa de mármore fixada em 1906, registrando que ali nasceu, a 17.09.1768, Miguel Joaquim de Almeida e Castro, herói por atos de bravura libertária do Brasil, por participar ativamente da Revolução de 1817, ano em que foi preso, condenado e morto, a 12 de julho. Só não foi absolvido porque reconheceu como sua a assinatura posta nos documentos da Revolução Pernambucana. Com isso recusou-se a delatar os companheiros de ideal. Àquela época já existia a tal da "delação premiada". Em História é tratado como Frei Miguelinho ou Padre Miguelinho. Foi os dois. Primeiro frade carmelita e depois padre, aos trinta e dois anos. / É reverenciado dando o nome a uma cidade em Pernambuco e a diversas ruas e praças país afora, além de patronear um colégio estadual no bairro do Alecrim, em Natal.

Sentimentos do mundo nas crônicas de Marcius Cortez

Ramon Ribeiro
Repórter


Para o publicitário e escritor Marcius Cortez, vir a Natal é sempre como voltar a casa do pai. Criado na capital potiguar, desde 1965 que ele vive por aí, dando um tempo num estado e outro – e até fora do Brasil. Mas uma coisa é certa, não importa a distância, o contato com sua terra de origem permanece forte. Um pouco dessa relação pode ser vista nas 51 crônicas que compõem seu mais novo livro “Presente de Natal”, cujo lançamento acontece nesta quinta-feira (17), a partir das 18h, no Clube de Rádioamadores (Tirol).
Ana SilvaMarcius Cortez diz que a publicidade lhe ensinou a objetividade. As crônicas trazem esse olhar rápido e envolvente do autorMarcius Cortez diz que a publicidade lhe ensinou a objetividade. As crônicas trazem esse olhar rápido e envolvente do autor

As crônicas presentes no livro foram produzidas de 2013 até 2016 – algumas publicadas nesta Tribuna do Norte. De tão recentes, algumas tratam de uma Natal inserida no contexto dos últimos acontecimentos no Brasil e no mundo. “O livro é uma mistura de sentimentos. Apesar de recentes, o forte das crônicas é afeto e memórias”, diz o autor em conversa ao VIVER. “É um livro sentimental”.

A capa de “Presente de Natal” é assinada pelo publicitário Kélio Rodrigues. A orelha foi escrita pelo amigo e poeta pernambucano Jomard Muniz de Britto, que diz de maneira nada convencional: “O leitor não se deve atrever em procurar nosso autor com o menor deslize narcisista. Seja narcisismo primário, lunático ou militante. Sua prática inaugura outra imagem convicção e destino. Sem medo de encarar a fé leiga, pulsante, arrebatadora. Redesenhando afetos sem afetação. Ainda nos estimulando com a esperança dificílima em tempo sombrio de transcapitalismos”.

O livro está dividido em quatro sessões. A primeira é voltada para reminiscências de família. Na segunda, o autor parte para um papo mais aberto com o leitor, falando de cultura, política, futebol. Na sessão seguinte ele abre ainda mais o leque de temas, para tratar de lugares da cidade e impressões de viagens. Na última parte do livro é quando o Marcius explora sua literatura de forma mais livre, beirando a ficção. Cada crônica encerra com uma dedicatória a alguém que de alguma forma foi importante para ele.

“A crônica é literatura rápida. Como costumo dizer, quando escrevo lembro daquelas pessoas que estão em um congestionamento”, diz o autor, 72 anos, publicitário aposentado que construiu a carreira em agências de São Paulo, cidade onde vive atualmente. “Aprendi muito com a publicidade. É uma forma de se comunicar de maneira envolvente e objetiva”.

Apesar de ver a Natal de hoje muito diferente do tempo em que era adolescente, seu sentimento, apesar de ora nostálgico, não é saudosista ou pessimista, mas esperançoso. “Vivemos atualmente tempos esquisitos. Mas não há como saber com precisão o que está acontecendo, para onde estamos indo”, comenta. “Acredito que a gente tem mais é que alimentar uma esperança lunática”, afirma.

Para ele, uma das marcas do natalense é a presença de espírito. “O natalense, ao contrário do paulistano, aproveita a vida com prazer.  O paulistano abre mão disso por causa do trabalho”, reflete. “Por outro lado, Natal não consegue ter a vida cultural de São Paulo”.

Cinéfilo, o autor também é estudioso da obra do cineasta Stanley Kubrick. No primeiro semestre de 2017 vai lançar pela editora Perspectiva “Stanley Kubrick – O Monstro de Coração Mole”. O livro é o resultado de oito anos de pesquisa sobre os treze longas dirigidos pelo americano. “Seus filmes não enjoam. Você assiste e sabe que verá de novo várias vezes”, diz. Para ele, sua obra preferida é “De Olhos Bem Fechados” (1999) - “Foi a fase final da carreira. Ele já estava mais amolecido. Fez um rico retrato psicanalisado da mulher”.

Depois do lançamento de “Presente de Natal” na capital potiguar, o escritor pretende lançar o livro em São Paulo. “Às vezes vou no jogo do ABC em São Paulo e vejo como tem potiguar por lá”. Depois, quando encontrar tempo, Marcius pensa em escrever sobre uma figura icônico do Brasil: o vira-lata. “É um tipo de cachorro resistente, inteligente, que sabe sobreviver nas ruas. É um animal tão misturado como a gente”, comenta.

Serviço
Lançamento de “Presente de Natal”, de Marcius Cortez
Dia 17 de novembro, às 18h
Clube de Rádio Amadores (Av. Rodrigues Alves, 1004, Petrópolis)


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domingo, 6 de novembro de 2016

UBE/RN promoverá nova Quinta Literária no dia 10.

Prezado associado da UBE/RN,

A União Brasileira dos Escritores do RN através do seu presidente, poeta e escritor, Eduardo Antônio Gosson, em continuidade à sua missão de divulgar e difundir o autor filiado à entidade, promove o evento Quinta Literária em parceria com a Livraria Nobel da Av. Senador Salgado Filho.
1. Nessa edição de novembro, que se realizará no dia 10, das 19 às 21h, receberá na mesa de autores as talentosas, dinâmicas e carismáticas formadoras de opinião, escritoras e poetas Ceição Maciel e Deth Haak para falarem sobre suas trajetórias literárias no cenário local e internacional.
Mediação de Jania Souza com participação do público presente.
Transmissão ao vivo por aquieassimtv.com
Os vídeos ficam disponíveis no canal do youtube nobel salgado filho a partir do sábado posterior ao evento.
​Divulgação em www.janiasouzaspvarncultural.blogspot.com.br

2. Havendo interesse de agendar sua participação nas próximas edições, favor entrar em contato com o presidente através de email ou telefone ou pelo email janiasouza@uol.com.br

Atenciosamente agradece a participação e divulgação.
 
"Natal, um Mar de Poesia e Paz"

sábado, 5 de novembro de 2016

Poemas de Cid Augusto Rosado





















terça-feira, 1 de novembro de 2016


E eu
que não creio
em deus
me pego em oração
entre
as coxas

de uma santa

JARDINEIRO


Cid Augusto - 20.10.2016 - Dia do Poeta

Tudo o quanto sacode à flor da vista
São marcas do jardim revisitado
Pelos olhos furtivos de um artista
Que se vê nas ruínas do passado.

Dos escombros, silêncios vão e gritam
Sem dó nem piedade da garganta,
Que embora se arrebente não se espanta
Com versos estridentes que a fustigam.

As palavras sussurram loucamente:
Elas riem e choram num instante,
Depois choram e riem de repente.

São vozes da loucura, a fantasia
Do jardineiro velho, delirante,
Que planta pedra e colhe poesia.



terça-feira, 18 de outubro de 2016

Encontro dos Escritores Potiguares será realizado no Teatro Popular da Fundação José Augusto-FJA

PROGRAMA


27.10.2016, QUINTA-FEIRA
9h – Abertura Solene
(Eduardo Gosson – Presidente da UBE-RN)

Homenagem aos escritores que escrevem para crianças (entrega de um DIPLOMA ESPECIAL) e a comemoração do DIA DO LIVRO INFANTOJUVENIL 08 de setembro nas esferas estadual e municipal

01. Antônio Francisco; 02. Bartolomeu Correia de Melo (in memoriam); 03. Celeste  Borges; 04. Diógenes da Cunha Lima;  05. Flauzineide Moura Machado; 06. José de Castro; 07. Juliano Freire de Souza; 08. Nati Cortez (in memoriam); 09. Salizete Freire Soares; 10, Homero Homem.

10h – lançamento  da revista literária eletrônica Kukukaia
(Alfredo Neves e José Ivam Pinheiro- editores)

10h30 – O papel das leis de leituras literárias: balanço municipal e estadual
(Claudia Santa Rosa-SEEC e Justina Iva-SME)
Moderadora: Flauzineide Moura Machado-UBE-RN

15h -  Parnamirim, um rio de leitura
(Angélica Vitalino)

 16h30 – A Importância em formar novos leitores
(Erileide Rocha-SEEC, José de Castro-UBE-RN e Salizete Freire Soares-UBE-RN)
Moderador: Juliano Freire de Souza-TJRN

28.10.2016, SEXTA-FEIRA

09 h – Câmara Cascudo e a literatura infantil
(Daliana Cascudo-LUDOVICUS e Vicente Serejo-ANL)
Moderador: Humberto Hermenegildo-UFRN
 
10h30- O Ofício da Poesia
(Paulo de Tarso Correia de Melo -ANL, Lisbeth Lima - UBE-RN e Roberto Lima de Souza-IHGRN)
Moderador: Lívio Oliveira-UBE-RN

15h – O Vale Cultura
IsauraRosado-FJA / Secretaria Extraordinária de Cultura


16h30 – As UBE’s, As Academias de Letras e os Conselhos Estaduais de Cultura na construção de um país de leitores
(Juçara Valverde/UBE-RJ; Zelma Furtado /AFLRN; Iaperi Araújo/CEC e Joana D’arc/AFLAM)
Moderador: Nelson Patriota/ANLRN
   18h- Encerramento



Eduardo Gosson - Presidente da União Brasileira de Escritores/RN.

CRÔNICA DA SAUDADE: DOIS ANOS SEM FAUSTO GOSSON - Por Eduardo Gosson



segunda-feira, 17 de outubro de 2016

a cena invisível.

a cena invisível
Fernando Ferreira Ribeiro


a mão audaz
sentiu o jeans encolhido tremer
no grande momento - inédito para a pele  -
contraída no susto - até o cérebro ardeu nessa hora!

a mão audaz - aflita e vigorosa -
apertou ruidosamente o jeans
na sutileza da paz que tilinta no copo de martini da mão esquerda

o guardanapo deslizou
sobre as coxas,
mais mácio impossível,

a mão direita
descontou no músculo vigoroso
pencas de sangue - o desafio era a lucidez

mas nem os lábios nem os olhos
tinham tanto jazz
na imoderação da ponta daqueles dedos

quisera eu ser o fio vermelho a correr até o coração assustado dessa pele que não é minha!
Imagem: Casal à Mesa - Fernando Ferreira Ribeiro


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Postado por João Bosco de Araujo no AssessoRN.com em 10/16/2016 02:23:00 PM

terça-feira, 11 de outubro de 2016

 QUINTA LITERÁRIA NA NOBEL COM UBE/RN, EDIÇÃO DE OUTUBRO



​O Presidente da UBE/RN, poeta e escritor Eduardo Gosson, em cumprimento à missão da entidade cultural de divulgar e difundir o escritor associado, vem convidar para o evento Quinta Literária na Nobel com a UBE/RN em sua edição de outubro no próximo dia 13 a partir das 19h na sede da Livraria Nobel, parceira nessa atividade cultural, que registra e documenta em vídeo o depoimento dos autores convidados sobre suas obras e trajetórias literárias.
​Na ocasião, serão recebidos os escritores:

 Roselis Batistar: poeta, escritora e PHD em Linguística e Literatura - poliglota (russo, francês, inglês, espanhol, português) - professora concursada na Universidade de Reims Champagne Ardenne, França. Pertence ao CIRLEP (Centro Internacional de Reims de Letras, Estudos e Pesquisa Literária) no Seminário "Acercamento Interdisciplinar da Leitura." - Especialista sobre Nísia Floresta com trabalho apresentado no México e também na Espanha. Várias obras publicadas em versos e prosa. Atuação no eixo França, Brasil, México.

Flauzineide Moura: poeta, escritora com várias obras publicadas para público diverso, inclusive infantil; pesquisadora e gestora do Projeto Difusão da Literatura Feminina Potiguar, levando essas escritoras a interagirem mais de perto com o jovem leitor, principalmente nas escolas do Rio Grande do Norte, por onde passou exercendo atividades de professora, supervisora, coordenadora e diretora. Tem a missão de revelar e resgatar talentos para o conhecimento dos leitores através do incentivo à leitura. Atuação junto ao PROLER e entidades culturais na disseminação da Literatura Feminina Potiguar incentivando a criação de salas de leituras nas escolas.

Mery Medeiros: poeta, escritor, ativista cultural e político, memorialista. Participou ativamente da luta campesina e operária como membro da esquerda. Seus relatos figuram em sua obra em resgate à história da luta de pensamento, ideologia, nos tempos da repressão. Foi perseguido, mas jamais desistiu de seus pacíficos ideais de participar da construção de uma sociedade mais humana, justa e igualitária. Contribuiu ativamente na formação do PCdoB no Rio Grande do Norte, partido que tem sua filiação.

​Mediação de Jania Souza.

TRANSMISSÃO AO VIVO PELO CANAL aquieassimtv.com     

Conexão com Université de Reims Champagne Ardenne França - CIRLEP

​Os vídeos serão disponibilizados no youtube no canal nobel salgado filho a partir do próximo sábado.

https://janiasouzaspvarncultural.blogspot.com.br/2016/10/roselis-batistar-flauzineide-moura-mery.html

TRANSMISSÃO AO VIVO PELO CANAL aquieassimtv.com

Atenciosamente agradece e solicita a gentileza da divulgação.

Unidos somos mais.


 
Jania Souza
http://www.janiasouzaspvarncultural.blogspot.com
http://www.spvarn-culturageral.blogspot,com
http://www.apperj.com.br, Delegada Regional da APPERJ
http://www.blocosonline.com.br
http://www.poetasdelmundo.com/verInfo_america.asp?ID=1905
http://www.ubern.org
http://editoraalcance.com.br
http://abrace.org, Representante do Movimento aBrace em Natal/RN, Brasil
http://tvlecturas.wordpress.com
"Natal, um Mar de Poesia e Paz"
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