sexta-feira, 17 de abril de 2015

Ambientalistas lançam documentário sobre o rio Potengi.

O filme será lançado dia 24 em duas sessões abertas ao público e aborda a relação das pessoas com o rio e esclarece o desastre que matou 40 toneladas de peixes em 2007

Fotos por assessoria: divulgação
No dia 24 deste mês acontece a pré-estreia do documentário Rio Contado, dos analistas ambientais Airton De Grande e Alvamar Queiroz. O evento, que será realizado no auditório do Ibama, conta com duas sessões abertas ao público: às 14h e 19h. Na véspera, no dia 23 às 14h30, haverá uma exibição exclusiva para a imprensa. O filme, de 1h40, mostra a relação das pessoas com um dos principais rios do Rio Grande do Norte, o que dá nome ao estado, o Rio Potengi. Segundo Alvamar Queiroz, para quem o rio faz parte da própria vida, “O poder público ainda não deu a atenção que o Potengi precisa. Rio Contado é um recado claro para as autoridades."

Resultado de uma produção independente, o filme é dirigido pelo documentarista Airton De Grande, mestre em Multimeios pela Unicamp. "Logo percebemos que abordar apenas a temática ambiental deixaria o filme triste e entediante. O que dá vida ao rio e, consequentemente, ao documentário, são as
pessoas que moram em suas margens", aponta De Grande. A equipe percorreu, durante dois anos e meio, cerca de 1,5 mil km e ouviu mais de 100 pessoas desde a sua nascente em Cerro Corá, passando por São Tomé, Barcelona, São Paulo do Potengi, São Pedro, Ielmo Marinho, São Gonçalo do Amarante até chegar à sua foz, em Natal.

No decorrer do percurso do Potengi, cerca de 180 Km, eles registraram as diferentes visões e a memória dos ribeirinhos, que recriam a vida do Potengi através de histórias inusitadas, lembranças de infância, melodias saudosas e até relatos fantásticos, como casos de assombração e de um navio fantasma. O filme mostra também a importância das águas do Potengi para a população e como a urbanização e o progresso o agridem, retirando sua areia, jogando lixo e esgoto em seu leito - todas as cidades, da nascente à foz, lançam esgotos no Potengi. Em Ielmo Marinho, por exemplo, a retirada descontrolada de areia do rio provocou o rebaixamento do lençol freático, deixando os agricultores sem água em suas terras.

A narrativa é estruturada em 17 blocos que permitem ao espectador acompanhar tanto o deslocamento do rio pelo estado quanto as temáticas que abrange, como economia, cultura, religião, lendas, etc. Além de populares, foram entrevistados também intelectuais e acadêmicos, como os jornalistas Vicente Serejo e Woden Madruga, o fotógrafo Giovanni Sérgio, o artista plástico Dorian Gray Caldas, a historiadora Fátima Martins Lopes, que alternam saborosos depoimentos pessoais com registros históricos.


O filme traz à tona também um caso que ainda permanece envolto numa espécie de mistério: o desastre ambiental do estuário do Potengi, em 2007, quando morreram 40 toneladas de peixes. Com base em depoimentos e documentos inéditos disponibilizados pela Polícia Federal e Ibama, o documentário reconstrói o episódio, que está entre os maiores acidentes ambientais do Brasil. Na ocasião, a culpa recaiu sobre a fazenda de camarões do grupo Veríssimo & Filhos. Porém, as informações agora reveladas pelo filme mostram que os responsáveis foram outros. E que até o momento permanecem incólumes. "O rio tem muitas histórias bem contadas, mas esta estava mal contada. A população precisava conhecer o desfecho dessa história, que tinha detalhes até hoje escondidos", esclarece De Grande. [por assessoria de imprensa]


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Postado por AssessoRN - Jornalista Bosco Araújo no AssessoRN.com em 4/16/2015 08:25:00 P

segunda-feira, 13 de abril de 2015


bárbara heliodora, quem diria, tinha uma frustração relativa ao rio grande do norte.
nos anos 40, câmara cascudo deu ao pai dela uma coleção de textos de peças, algumas em italiano, integrantes do repertório teatral que, até os anos 60, os circos que perambulavam pelo interior do nordeste apresentavam como segunda parte do espetáculo diário.
a coleção representava um tipo de "elo perdido" entre a tradição teatral européia e os circos brasileiros. muitos deles nasceram pelas mãos de ciganos europeus, ou migrantes italianos, como o famoso Nerino,
quem viveu em alguma cidade do interior do brasil até os anos 60 deve lembrar-se de A louca do jardim, ou da Paixão de Cristo, peças icônicas do teatro circense.
eram de peças como essas a coleção doada por cascudo à mais importante crítica teatral brasileira. foi vendo-a que bárbara heliodora cresceu.
só que, em algum maldito momento, talvez em meio a alguma mudança, a coleção se perdeu, para tristeza e frustração de bárbara que, de sobrepeso, ainda se lamentava de não ter conhecido cascudo pessoalmente.
bom, essa história quem contou foi a própria bárbara heliodora, a mim e à repórter Sheyla Azevedo, em 2000, quando participávamos de um seminário em são paulo. mal tomamos uma mesa para o café, e aproximou-se aquela senhora alta e magra, com ar distinto e marcante.
- posso sentar com vocês? não gosto de tomar café sozinha.
perguntou os nossos nomes e nos apresentamos, muito prazer, somos de natal.
ela apresentou-se, sou bárbara heliodora, e uma alegria me percorreu a alma: estava diante da jornalista cujos textos n´o globo tanto apreciava, mais pelo estilo, pois talvez nunca tenha assistido a sequer uma das peças de que ela fazia a crítica. e nem tinha tanto interesse assim pelo teatro, lia pelo estilo e riqueza dos escritos.
e agora ela estava ali, bárbara heliodora.
e ao saber que éramos de natal, tomou o fato como uma madeleine e nos contou essa história.
Fonte: Facebook.com

segunda-feira, 16 de março de 2015

Carta ao Rei Salomão*

Majestade, quanta sabedoria!
Não sei por que, mas ontem à noite, resolvi ler, mais uma vez, as suas sábias lições no Eclesiastes. E a cada nova leitura, fico impressionado como ela é precisa, completa e, principalmente, atual...
Ah! Vossa majestade tem razão: vaidade de vaidades, tudo é vaidade!... E por pura vaidade, não conseguimos enxergar que o tempo é algo fantástico. Tão fantástico que há tempo de tudo debaixo do sol: há tempo de chorar, e tempo de rir; tempo de derrubar, tempo de edificar; tempo de guardar, e tempo de lançar fora...
Há tempo de ser criticado, caluniado, injustiçado; mas há também tempo de perceber, após 720 horas, que as nossas convicções - que foram defendidas de forma séria, correta, sem câmeras e luzes, sem alardes (afinal, “o sujeito que esbraveja está a um milímetro do erro e da obtusidade”) -,  tinham razão:  era inútil correr atrás do vento!
Aprendi isso, Majestade, com um poeta de pequenas frases, mas de um profundo ensinamento chamado Mário Quintana-, que certa vez percebeu que era inútil correr atrás das borboletas; cuidar do jardim é que faz com que elas venham até nós...
Pois é Majestade! Há pessoas que fazem um esforço enorme, preferem ir à França para assistirem o pôr-do-sol, quando bastariam recuar um pouco a cadeira, aqui em Natal, para contemplarem o crepúsculo todas as vezes que assim o desejassem... Mas, eu sei: o difícil é ser simples!
Simplicidade, que muitas vezes tem que estar associada à coragem... Coragem de enfrentar os cartéis, os feudos, a desumanidade, a desonestidade, a falta de ética, a impunidade... Coragem de assumir o comando e determinar que fica decretado que agora vale a verdade, agora vale a vida e de mãos dadas marcharemos pela vida verdadeira...
Coragem, de tomar decisões impopulares, que desagradem a gregos e troianos, e que se for necessário: “Cortem o bebê ao meio e dê um pedaço a cada uma”. Pois só assim, seremos capazes de separarmos o joio do trigo; os farsantes dos verdadeiros; os mercenários dos verdadeiros sacerdotes...
Coragem de entender que o sábio é aquele que procura aprender, mas os tolos são aqueles que estão satisfeitos com a sua própria ignorância. Afinal, majestade, “se você deixar o machado perder o corte e não o afia, terá que trabalhar muito mais. É mais inteligente planejar antes de agir”...
                Coragem, para perceber que se alguém discorda de mim, não é meu inimigo. Essa pessoa, na verdade, me completa, pois me fez enxergar além do copo meio-cheio ou meio-vazio. Fez-me enxergar uma oportunidade de enchê-lo, de esvaziá-lo ou ainda melhor: de oferecer a quem tem sede...
Coragem, Majestade, para enxergar a nossa própria cegueira e ver que o amigo fiel é uma proteção poderosa: quem o encontra, encontra um tesouro de valor incalculável... Afinal, porque se um cair, o outro levanta o seu companheiro; mas aí do que estiver só; pois, caindo, não haverá outro que o levante...
Coragem, Vossa majestade, de fazer e responder a seguinte pergunta: “ainda há possibilidade de reconciliação?” É claro que há. Embora, as cicatrizes da alma - que são piores do que as cicatrizes queloidianas do corpo-, demorem a desaparecerem, existe um grande antídoto - que não é a Betaterapia, nem muito menos a Corticoterapia, mas sim um simples e maduro pedido de desculpas! Desculpas pela imaturidade; desculpas por não ter-nos escutado... Desculpas! Desculpas!
Afinal, há tempo de espalhar pedras e tempo de juntar pedras; há tempo de guerra, e tempo de paz! É preciso saber que o “Ontem já passou, o amanhã ainda não veio, vamos vivenciar o presente”!
Um forte abraço, Majestade, e até a próxima...
*Texto do livro SÍSIFO APAIXONADO, que será lançado pela Editora Sarau das Letras, no dia 26/03/2015, às 18:00h, na livraria Saraiva do Midway Mall, Natal-RN.
Francisco Edilson Leite Pinto Junior– Professor, médico e escritor.

domingo, 15 de março de 2015

DO COTIDIANO EU FAÇO CRÔNICAS - III
SILVIO CALDAS E EU
Por Eduardo Gosson (*)
O amigo Silvio Caldas esta semana que passou resolveu partir para  outra galáxia mais amena. Agora repousa no azul celeste, livre de qualquer entrave.
O meu conhecimento com ele deu-se através  da Poesia. Explico melhor: faz uns 10 anos que prestei uma assessoria à Associação de Magistrados, então presidida pelo então juiz VIRGÍLIO FERNANDES DE MACEDO, hoje desembargador do Egrégio Tribunal de Justiça. Foram criados dois prêmios literários: Prêmio Des. Wilson Dantas (Poesia) e Prêmio  Des. Manoel Onofre (Prosa). Silvio escreveu  os seus poemas, tendo sido o vencedor. Fizeram  parte da Comissão Julgadora os poetas Diógenes da Cunha Lima, Horácio  Paiva e um terceiro que não lembro agora. Fizemos então o comunicado oficial marcando o dia, a hora e o lugar. Foi aí que começou a nossa amizade. Percebi de imediato  que ele tinha o pavio curto: como bom sertanejo não tinha arrodeio. Era direto. Certa vez fui ao seu gabinete no Tribunal  Regional do Trabalho na ala dos desembargadores e na sua porta tinha: Juiz Convocado. Vim saber depois que ele só veio a ser nomeado Desembargador na véspera de se aposentar, pela presidenta Dilma. O motivo: colunista em diversos jornais escreveu um artigo Alibabá e os quarenta ladrões, fazendo comparação com o governo do PT.
Silvio Caldas como todo ser humano tinha o seu lado ameno: a música e a poesia. Tocava piano e poetava. O nosso último contato foi através da poesia: Horácio Paiva me mandou um poema matinal e eu respondi com outro poema que depois teve outro de Silvio, fazendo um diálogo poético. Em homenagem ao amigo que parte reproduzo aqui o seu poema, que está num novo livro meu Poemas e Crônicas (eu não sabia que doía tanto!):
“Poeta é homem de Deus
A  luz não lhe faltará,
Pode até faltar o pão,
Mas a fome passará.
Em cada verso inventado
O poeta se inventa,
Em cada rima ele tenta
Criar um mundo encantado
Ser poeta é dom de Deus,
E o pão de cada dia
Se transmuda em poesia,
Daí esses versos meus”
Descanse em paz meu poeta e escrevas muitos poemas, agora que entrastes no mundo encantado de Deus. Quando o Criador estiver triste, console-o com a sua poesia e o seu piano. O céu então será uma festa sem fim!
Silvio, eu não sabia que doía tanto!
(*) é Poeta.

sexta-feira, 13 de março de 2015

Ângela Paiva recebe título de sócia benemérita da ALAM de Martins

A reitora da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), Ângela Maria Paiva Cruz, receberá nesse sábado, 14, o título de Sócia Benemérita da Academia de Letras e Artes de Martins (ALAM). Esse procedimento ocorre com cidadãos que se destacam nas áreas de atuação da Academia, como educação, cultura, cidadania, literatura e outros.

A cerimônia, a ser presidida pela Presidente da Associação, Taniamá Vieira da Silva Barreto, acontecerá às 20h, no Auditório da Casa de Cultura de Martins, região serrana do Rio Grande do Norte (RN) e marca as comemorações de aniversário da ALAM.

Além da prefeita de Martins, Olga Chaves Fernandes de Queiroz Figueiredo, prestigiam a cerimônia o Presidente da Academia de Cordelistas de Mossoró, Gualter Alencar Couto.

Trajetória de Ângela Paiva

Natural de Martins, ÂNGELA MARIA PAIVA CRUZ é a sexta filha do casal Cecília Augusta de Paiva e Cícero de Paiva Chaves. Casada e mãe de dois filhos (Michelle Paiva Cruz e Anderson Paiva Cruz), escolheu a “arte de ensinar” antes de ingressar na docência superior, por meio da qual há mais de três décadas contribui para a construção de um país, uma região e um Rio Grande do Norte mais justo e desenvolvido.

FORMAÇÃO

Bacharel em Matemática, mestre em Filosofia pela Universidade Federal da Paraíba (UFPB) e doutora em Educação pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), há 32 anos exerce a docência na Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN). Atua, concomitante, no ensino de graduação e de pós; na pesquisa, extensão e na gestão universitária.

Sua formação básica e superior é na educação pública. De 1964 a 1967 cursou os primeiros anos do ensino fundamental na escola rural Grupo Escolar Manoel Lino de Paiva, em Martins, município da Região Oeste do Rio Grande do Norte (RN). O fundamental maior, chamado de ginasial, foi feito no período de 1968-1971 na Escola Estadual Dr. Joaquim Inácio, na mesma cidade. E foi, entre o ensino fundamental e médio, que se descobriu encantada pela Matemática.

Na década de 60 do século XX mudou-se para estudar em Natal, capital potiguar. Cursou o ensino médio na Escola Estadual Winston Churchill e optou pela área de ciências exatas, prestando vestibular em 1974. Ingressou na Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) em 1975, para cursar Matemática.  Licenciou-se Bacharel em Matemática em julho de 1980 e em dezembro do mesmo ano recebeu o diploma de Licenciatura em Matemática. Além do mérito estudantil de “melhor aluno da turma” do bacharelado, exerceu a monitoria na graduação.

A DOCÊNCIA

Aprovada em primeiro lugar em concurso público, a partir de 1982 ingressa no magistério superior,  para a área de Metodologia da Ciência e de Lógica, do Campus Santa Cruz da UFRN. Desenvolveu trabalho em diferentes disciplinas no Campus Santa Cruz e no campus central, em Natal. Ângela Paiva tem, portanto, uma formação interdisciplinar e considera “essencial suprir a necessidade permanente de qualificação para o exercício da docência”.

VIDA ACADÊMICA

Em 1991 foi removida para o campus central da UFRN, em Natal, e, enquanto ministrava várias disciplinas no Departamento de Filosofia, articulava, junto aos demais docentes, a criação do Grupo de Estudos Avançados em Lógica e contribuiu para a elaboração do projeto de criação do Programa de Pós- Graduação em Filosofia. Coordenou, à época, a Semana de Filosofia e da Semana de Humanidades da UFRN, assim como bases de pesquisa e  colaborou para seminários sobre Lógica, Epistemologia e Filosofia da Linguagem, entre outros.  Desenvolveu atividades na pós-graduação, publicou obras e, a partir de 2003, Ângela Maria Paiva Cruz envereda pela gestão universitária, assumindo a vice-direção do Centro de Ciências Humanas, Letras e Artes (CCHLA).

Passa, desde então, a se dedicar à alta gestão da UFRN quando, em 2007, assumiu a vice-reitoria em junho de 2007, acumulando a coordenação do Programa de reestruturação da UFRN, o REUNI.  Candidatou-se reitora em 2010 e, eleita, assumiu o mandato em 28/05/2011, permanecendo até 28 de maio de 2015. Reeleita, em novembro de 2014, assumirá maio próximo o seu segundo mandato na UFRN, até meados de 2019.

A homenageada frisa que as atividades na administração universitária sempre estiveram presentes em sua vida, mesmo nos períodos em que ensino, pesquisa e extensão eram prioritárias. “Em quase toda minha vida acadêmica estive participando de colegiados, conselhos e comissões, discutindo, propondo e avaliando as políticas acadêmicas, sempre buscando dar o melhor de mim para contribuir para o desenvolvimento institucional”, declarou Ângela Paiva.

Enquanto reitora modernizou a gestão universitária, por meio de transformações planejadas. Deu continuidade ao crescimento físico da instituição; à expansão da oferta do ensino de graduação e  de pós, implementando os Programas de Interiorização e Internacionalização da UFRN.  Em consequência, a instituição vem colhendo bons resultados acadêmicos e há três anos consecutivos é avaliada pelo MEC, como a melhor instituição pública superior federal no Norte e Nordeste do Brasil. A UFRN também figura como a instituição de ensino superior mais lembrada pelos norte-rio-grandenses, conforme pesquisa de mercado realizada pelo Jornal Tribuna do Norte.





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quarta-feira, 11 de março de 2015

Amanhã, 12, posse de novos sócios na UBE/RN.

C O N V I T E   E S P E C IA L

 

 14 de Março é Dia Nacional da Poesia


A UNIÃO BRASILEIRA DE ESCRITORERS – UBE/RN , o  INSTITUTO HISTÓRICO E GEOGRÁFICO DO RIO GRANDE DO NORTE - IHGRN e a ACADEMIA NORTE-RIO-GRANDENSE DE LETRAS-ANL convidam Vossa Excelência/Vossa Senhoria para Sessão Solene  de entrega de Diploma de Sócio Efetivo aos novos associados da UBE-RN. Após o evento haverá um sarau no Largo Desembargador Vicente de Lemos, oportunidade em que será comemorado o DIA DA POESIA. Traga seu poema preferido para recitá-lo.
A data foi criada em homenagem a CASTRO ALVES, poeta brasileiro nascido em 14 de março de 1847, que ficou conhecido como o poeta dos escravos por ter lutado arduamente pela abolição da escravatura no Brasil.
Tomarão posse na União Brasileira de Escritores- UBE/RN os confrades e as confreiras a seguir relacionados na classe dos Sócios Efetivos:
Aline Pereira Gurgel
Carlos Rostand de França Medeiros
Cícero Martins de Macedo Filho
Diulinda Garcia de Medeiros Silva
Dione Maria Caldas Xavier
Eulália Duarte Barros
Gilvânia Machado
Geraldo Ribeiro Tavares
Ion de Andrade
José Ivam Pinheiro
José Evangelista Lopes
José de Castro
Liacir dos Santos Lucena
Luiz Gonzaga Cortez Gomes de Melo
Maria Audenôra das Neves Silva Martins
Moacir de Lucena
Odúlio Botelho Medeiros
 Lucimar Luciano de Oliveira
Rinaldo Claudino de Barros
Tânia Mara Silva de Lima
Thiago Gonzaga dos Santos
_______________________________________________________________________
DATA: 12 de março (quinta-feira)HORA: 18h às 20h - LOCAL: INSTITUTO HISTÓRICO E GEOGRÁFICO DO RN – IHGRN - Rua da Conceição, 622 – Centro
UBE-RN- Roberto Lima de Souza - Presidente
IHGRN - Valério Mesquita– Presidente
ANL - Diógenes da Cunha Lima- Presidente

sábado, 7 de março de 2015

Música alta pode levar um bilhão de jovens a surdez; saiba como se proteger

  • 6 março 2015
Crédito: OMS
A OMS recomenda não usar fones de ouvido durante mais de uma hora por dia, e a um nível baixo. No volume máximo, o máximo permitido são apenas quatro minutos
O barulho está por toda a parte. Mas a epidemia de ruído dos dias atuais acontece, no entanto, em silêncio. Mais especificamente dentro dos fones de ouvido.
Ninguém está a salvo dela, mas o problema, que já se tornou crônico, afeta particularmente os jovens.
A Organização Mundial de Saúde (OMS) alerta que 1,1 bilhão de jovens em todo o mundo correm risco de sofrer perda auditiva devido à exposição ao barulho causada por seus hábitos diários.
Nos países desenvolvidos, a situação é tão grave que, de acordo com estimativas, mais de 43 milhões de pessoas, entre 12 e 35 anos, já sofrem de surdez incapacitante.
Em um relatório publicado por ocasião do Dia Internacional do Cuidado Auditivo, comemorado na última terça-feira, 3 de março, a OMS estimou que 50% dessa faixa etária (12 a 35 anos) está exposta a riscos pelo uso excessivo de tocadores de mp3 e smartphones, e 40% pelos níveis de ruído prejudiciais de discotecas e bares.
Mas como saber quando estamos causando danos, talvez irreversíveis, a nossos ouvidos?
Especialistas avaliam que 85 decibéis (dB) até 8 horas é o nível máximo de exposição sem riscos a que um ser humano pode se submeter. Esse período de tempo diminui na medida em que a intensidade do som aumenta.
Não se trata de uma tarefa fácil, especialmente considerando que o volume de dispositivos de áudio pessoais, como tocadores de mp3, pode variar entre 75 dB e 136 dB no nível máximo.
O relatório da OMS recomenda, contudo, que as pessoas usem esses aparelhos não mais do que uma hora por dia e a um volume baixo.
Já em discotecas e bares, os níveis de ruído podem variar entre 104 dB e 112 dB. De acordo com os parâmetros determinados pelo órgão da ONU, permanecer mais de 15 minutos nesses locais não é seguro. O mesmo se aplica em instalações esportivas, onde o nível de ruído oscila entre 80 dB e 117 dB.
Segundo médicos, a exposição a esses ambientes provoca cansaço nas células sensoriais auditivas. O resultado é a perda temporária da audição ou acúfeno (sensação de zumbido no ouvido).
A capacidade auditiva melhora na medida em que as células se recuperam, mas quando "os sons são muito fortes ou a exposição ocorre regularmente ou de forma prolongada, as células sensoriais e outras estruturas podem ser danificadas permanentemente, causando uma perda irreversível da audição", informa a OMS.
Para se ter uma ideia, uma pessoa que ouve 15 minutos de música a 100 dB está exposta a níveis semelhantes de ruído aos níveis enfrentados por um operário que trabalhe oito horas por dia a 85 dB.

Exposição segura ao som

(OMS)
Segundo a OMS, 85 decibéis (dB) até 8 horas é o nível máximo de exposição sem riscos a que um ser humano pode se submeter
Confira o volume máximo de exposição ao som que a OMS considera seguro:
  • 85 dB: nível de ruído no interior de um carro. Tempo máximo seguro: oito horas.
  • 90 dB: cortador de grama. Tempo máximo seguro: Duas horas e 30 minutos.
  • 95 dB: ruído médio de uma motocicleta. Tempo máximo seguro: 47 minutos.
  • 100 dB: buzina de um carro ou metrô. Tempo máximo seguro: 15 minutos.
  • 105 dB: tocador de mp3 no volume máximo. Tempo máximo seguro: Quatro minutos.
No relatório, a OMS também fez algumas recomendações para quem pretende proteger a audição. São elas:
  • Mantenha o volume baixo.
Regule o volume de seu tocador de mp3 para que nunca exceda 60% do volume total. Use tampões de ouvido toda vez que for a um evento onde o ambiente seja extremamente barulhento, como discotecas ou bares.
  • Limite o tempo gasto em atividades barulhentas.
A duração da exposição ao ruído é um dos principais fatores por trás da perda de audição. É aconselhável fazer breves descansos auditivos e limitar a uma hora diária o uso de fones de ouvido.
  • Preste atenção aos níveis seguros de exposição ao ruído.
Use a tecnologia dos smartphones para ajudá-lo a medir os níveis de exposição ao ruído.
  • Preste atenção aos primeiros sinais de perda de audição.
A OMS recomenda procurar imediatamente um médico se houver dificuldades para ouvir sons agudos, como campainha, telefone ou despertador, ou entender a conversa por telefone e até mesmo em ambientes barulhentos.

domingo, 1 de março de 2015

DO QUOTIDIANO  EU FAÇO CRÔNICAS – I
Por Eduardo Gosson(*)
JACINTO, UM HOMEM BOM

Para quem não sabe Jacinto é o meu barbeiro ou melhor dizendo o nosso barbeiro. Ele mora e corta cabelo lá  na Rua Juvino Barreto, próximo  ao restaurante do SESC, quase no lugar onde viveu o poeta Antonio Pinto de Medeiros. Jacinto tem uma particularidade que o distingue: ele corta os cabelos dos nossos homens  de letras e a sua cadeira é mais disputada do que as da Academia  Norte –Rio-Grandense de Letras. Na barbearia do seu Jacinto funciona uma pequena biblioteca de autores potiguares, sem burocracia. Vejamos os escritores que ajeitam o seu visual com Jacinto: Deífilo Gurgel (in memoriam). Tem vários livros autografados pelo nosso poeta e folclorista; Moacyr Cirne (in memoriam) foi uma indicação minha. Encontrei-me com o papa do Poema-Processo em plena Avenida Rio Branco e este me disse que gostaria de cortar o cabelo e aparar a barba com um barbeiro tradicional. Foi e gostou. Nunca mais deixou de ir; Eduardo Gosson, Ubiratan Queiroz, irmão da cineasta Jussara Queiroz, entre outros.
Mas o que mais chama atenção em seu Jacinto são três elementos: simplicidade, humildade e bondade. Quando vou até lá cortar os poucos cabelos que restam não dá mais vontade de ir embora. Seu Jacinto  ao contrário do poema de Luís Carlos Guimarães não é necessariamente funcionário publico, mas tem mulher, filhos (o3) e (05) cinco netos. E também não mora no Edifício Flor das Laranjeiras; seu Jacinto mora em nosso coração!
Viva o povo brasileiro!
(*)Eduardo Gosson é poeta. Presidiu a União Brasileira de Escritores – UBE (2008-2013)


quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

Jornal da Saudade ainda está a venda em Natal.

Ainda restam exemplares do livro "Jornal da Saudade - Natal do meu tempo de menina", de autoria de Maria Natividade Cortez Gomes (Nati Cortez), na Cooperativa Cultural da UFRN (Campus Natal), na Livraria Câmara Cascudo, na Avenida Rio Branco, Cidade Alta, na revistaria do Nordestão da Av. Roberto Freire. 2895, Capim Macio. Neste local você deve pedir o exemplar pelo título completo do livro e não pelo nome da autora que, segundo a vendedora, é assim que está cadastrada obra. Os exemplares não estão na vitrine, pois a área é exclusiva da editora LP&M e, portanto, não exibe livros de autores potiguares. Os livros de autores do RN estão depositados numa área a mais de 2 metros de altura, uma espécie de sótão elevado, na frente de quem entra na Revistaria Cultural (fone 3217-6197) do supermercado Nordestão,  conferir e adquirir o livro.
Ana Maria, filha da autora, quando autografava os livros na noite do lançamento. Vilmaci Viana, poetisa, ao lado de Ana Maria.

segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

Um norte para o livro brasileiro.

Por Karine Pansa*

Foi muito importante a retomada, em 2014, do Prêmio VivaLeitura, realizado entre 2006 e 2011 e depois interrompido. O seu significado está expresso com clareza no objetivo de estimular e fomentar a leitura e enfatizar a sua decisiva missão no ensino. Por isso, é necessário que os responsáveis por sua realização adotem todas as medidas necessárias para garantir sua periodicidade anual regular. Como se sabe, trata-se de uma iniciativa dos ministérios da Cultura e da Educação e da Organização dos Estados Ibero-americanos para Educação, a Ciência e a Cultura (OEI), com apoio do Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed), da União dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime) e da Fundação Santillana.

Apesar de respaldado por todos esses órgãos, a importante iniciativa sofreu interrupção por alguns anos. Tal problema mostra que as políticas públicas para o setor precisam contar com bases fortes de sustentação institucional. Daí o significado de se converter em lei o Plano Nacional do Livro e Leitura (PNLL), do qual o prêmio faz parte, assim como numerosas outras ações e medidas muito relevantes. Projeto de lei nesse sentido, de iniciativa do Executivo Federal, encontra-se em análise na Casa Civil.

 O projeto conta com o consenso das entidades do setor editorial e estabelece um norte para o livro em nosso país. Sua acolhida seria muito boa no Congresso Nacional, considerando as numerosas manifestações espontâneas de apoio e a existência de frentes parlamentares de defesa da leitura. Assim, esperamos que, logo no início do segundo mandato da presidente Dilma Rousseff e da nova Legislatura federal, o PNLL transforme-se em lei, constituindo-se em poderoso instrumento para o sucesso da meta de transformar o Brasil num país de livros e leitores.

É nesse contexto que comemoramos a retomada do VivaLeitura, cuja cerimônia de entrega realizou-se em Brasília, dia 16 de dezembro último, quando o vencedor em cada categoria ("Bibliotecas Públicas, Privadas e Comunitárias"; "Escolas Públicas e Privadas"; "Promotor de leitura - pessoa física; e "ONGs) recebeu R$ 25 mil. Mais do que o valor em dinheiro, o prêmio é relevante em função das áreas e forças da sociedade que congrega, ou seja, escolas do Ensino Fundamental, academia, bibliotecas e instituições sociais. Tais organizações reúnem grande parte do universo do mercado editorial no Brasil, abrangendo pessoas físicas e jurídicas cujo trabalho é decisivo para o incentivo à leitura.

Na promoção do livro, o prêmio, assim como todas as medidas previstas no PNLL, soma-se às bienais e feiras realizadas em vários estados brasileiros, aos programas de compras do setor público, certames literários e do mercado editorial, como o Jabuti, ao permanente trabalho das editoras, incluindo a descoberta de novos autores, livrarias, distribuidores e creditistas e outras iniciativas focadas no estímulo à leitura. Esse esforço deve ser permanente!

Para a CBL, responsável pelo Jabuti, a Bienal Internacional do Livro de São Paulo e várias outras ações de fomento ao livro, o VivaLeitura 2014, além de seus importantes objetivos, teve um significado singular: a homenagem a Lúcia Jurema Figueirôa, diretora da entidade e gerente de Relações Institucionais da Editora Moderna,  falecida em janeiro de 2014. Em sua retomada, o prêmio teve o nome da brilhante pessoa e profissional, cuja carreira foi um exemplo de dedicação ao estímulo da leitura.

Sem dúvida, homenagem muito pertinente, pois todos os objetivos do prêmio coincidem com os propósitos defendidos e praticados por Lúcia Jurema Figuerôa ao longo de sua vida. Que seu legado imortal torne perenes o PNLL e o VivaLeitura, ao qual ela empresta a força de seu nome.

*Karine Pansa, empresária do setor editorial, é a presidente da CBL (Câmara Brasileira do Livro). Na Folha Online - 19/1/2015.

quinta-feira, 25 de dezembro de 2014

QUINTA-FEIRA, 25 DE DEZEMBRO DE 2014


 
Do blog de Carlos Roberto Miranda Gomes.
 

POEMA  SE
 
(Professor Hermógenes)
 

Se, ao final desta existência,
Alguma ansiedade me restar
E conseguir me perturbar;
Se eu me debater aflito
No conflito, na discórdia…

Se ainda ocultar verdades
Para ocultar-me,
Para ofuscar-me com fantasias por mim criadas…

Se restar abatimento e revolta
Pelo que não consegui
Possuir, fazer, dizer e mesmo ser…

Se eu retiver um pouco mais
Do pouco que é necessário
E persistir indiferente ao grande pranto do mundo…
Se algum ressentimento,

Algum ferimento
Impedir-me do imenso alívio
Que é o irrestritamente perdoar,

E, mais ainda,
Se ainda não souber sinceramente orar
Por quem me agrediu e injustiçou…

Se continuar a mediocremente
Denunciar o cisco no olho do outro
Sem conseguir vencer a treva e a trave
Em meu próprio…

Se seguir protestando
Reclamando, contestando,
Exigindo que o mundo mude
Sem qualquer esforço para mudar eu…

Se, indigente da incondicional alegria interior,
Em queixas, ais e lamúrias,
Persistir e buscar consolo, conforto, simpatia
Para a minha ainda imperiosa angústia…

Se, ainda incapaz
para a beatitude das almas santas,
precisar dos prazeres medíocres que o mundo vende…

Se insistir ainda que o mundo silencie
Para que possa embeber-me de silêncio,
Sem saber realizá-lo em mim…

Se minha fortaleza e segurança
São ainda construídas com os materiais
Grosseiros e frágeis
Que o mundo empresta,
E eu neles ainda acredito…

Se, imprudente e cegamente,
Continuar desejando
Adquirir,
Multiplicar,
E reter
Valores, coisas, pessoas, posições, ideologias,
Na ânsia de ser feliz…

Se, ainda presa do grande embuste,
Insistir e persistir iludido
Com a importância que me dou…

Se, ao fim de meus dias,
Continuar
Sem escutar, sem entender, sem atender,
Sem realizar o Cristo, que,
Dentro de mim,
Eu Sou,
Terei me perdido na multidão abortada
Dos perdulários dos divinos talentos,
Os talentos que a Vida
A todos confia,
E serei um fraco a mais,
Um traidor da própria vida,
Da Vida que investe em mim,
Que de mim espera
E que se vê frustrada
Diante de meu fim.

Se tudo isto acontecer
Terei parasitado a Vida
E inutilmente ocupado
O tempo
E o espaço
De Deus.
Terei meramente sido vencido
Pelo fim,
Sem ter atingido a Meta.

 

Professor Hermógenes )
(poema conferido no 
Instituto Hermógenes)


Foto:  Fabio Rocha

quarta-feira, 24 de dezembro de 2014

FAUSTO GOSSON:  TRÊS  NATAIS  SEM VOCÊ
Por Eduardo Gosson:((*)

Meu querido filho:
Já  ouvi dizer  que sou um pai chorão e inconformado, meu  filho. Repetindo JESUS, digo-lhes: -Vocês  não sabem o que dizem! Só quem passa por essa  experiência é que pode avaliar a extensão desta dor! o resto é miudeza  de armarinho.
Não sei  porque DEUS autoriza alguém partir aos vinte e oito anos: quando a vida é bela  e cheia de encantos. O grande escritor francês André  Malrroux escreveu um livro – A CONDIÇÃO HUMANA – que  nos  fala da precariedade da  vida.
Não me venham com discursos de fariseus; é preciso expulsá-los do TEMPLO. São vendilhões que transformam tudo em mercadoria e não sabem a dor de um pai nesta Noite  de Natal. Ó Jerusalém , os sinos dobram para ti.
(*)Poeta.

segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

Muito bom se natal fosse todo dia!

SONETO DE JINGLE BELLS!

Dilson Ferreira.

Neste natal, mais um natal, gente amiga,
Da sua ceia especial mesa farta
Com quem não tem,  o que você tem reparta,
Aos que pedem um pão, um não, nunca diga.

Faça como a "NOITE FELIZ"  da cantiga
Que Jesus pra você bênçãos não descarta
Sendo um Papai Noel que lê qualquer carta
Que a criança pobre um presente consiga.

Feliz natal é tempo de se dar as mãos
Sejam pobres ou ricos, mas todos cristãos
Onde reine festa de paz e alegria.

Eu não sei se você concorda comigo
Minha amiga, amigo meu, por isso digo:
Muito bom se natal fosse todo dia!

12/12/2014 - D I L S O N - NATAL/RN.

sábado, 13 de dezembro de 2014

SONETO DE ACALANTO!
Dilson Ferreira

Abraça-me forte... Conforte-me amor meu...
Diga algo ao meu ouvido que me arrepie
Emoções e pulsações pois em mim crie...
Não há no paraíso humano mais feliz que eu!

Necessito de alguém assim que confie
Nas juras eternas desse amor que nasceu
Sendo você minha amada - eu o amado seu -
Para que seja calor que nunca esfrie!

Tenhamos na relação prazer constante
Um satisfazendo o outro muito e tanto
Até que diga: - meu adorado amante!

Se seu querer é paz e o doce acalanto
Que me faz dormir em vale verdejante,
Por favor amor, nunca quebre esse encanto!

28/09/2010 - D I L S O N - NATAL/RN.