CONVITE
O Presidente da União Brasileira de Escritores - UBE/RN
– ROBERTO LIMA DE SOUZA e o Presidente da Academia Norte-Rio-
Grandense de Letras – DIÓGENES DA CUNHA LIMA convidam Vossa
Senhoria e família para o Centenário do Escritor Moacir de Lucena
(depoimentos e exposição) a transcorrer no dia 27 de março, às 19h, no
auditório da Academia Norte-Rio-Gradense de Letras – ANL.
Local: ANL - Rua Mipibu, 443 - Petrópolis
Hora: 19h
Data: 27.03.2014 (quinta-feira)
Espaço para as publicações de Maria Natividade Cortez Gomes e da cidade onde nasceu e faleceu, além de notícias e artigos sobre os bairros da Ribeira, Rocas e do seu entorno.
domingo, 23 de março de 2014
segunda-feira, 17 de março de 2014
Do poeta João Bosco de Araújo.
Você gosta do BBB e de Pedro Bial?
Cordel que deixou Rede Globo e Pedro Bial indignados
Antonio Barreto nasceu nas caatingas do sertão baiano, Santa Bárbara/Bahia-Brasil.
Professor, poeta e cordelista. Amante da cultura popular, dos livros, da natureza, da poesia e das pessoas que vieram ao Planeta Azul para evoluir espiritualmente.
Graduado em Letras Vernáculas e pós graduado em Psicopedagogia e Literatura Brasileira.
Seu terceiro livro de poemas, Flores de Umburana, foi publicado em dezembro de 2006 pelo Selo Letras da Bahia.
Vários trabalhos em jornais, revistas e antologias, tendo publicado aproximadamente 100 folhetos de cordel abordando temas ligados à Educação, problemas sociais, futebol, humor e pesquisa, além de vários títulos ainda inéditos.
Antonio Barreto também compõe músicas na temática regional: toadas, xotes e baiões.
BIG BROTHER BRASIL UM PROGRAMA IMBECIL.
Curtir o Pedro Bial
E sentir tanta alegria
É sinal de que você
O mau-gosto aprecia
Dá valor ao que é banal
É preguiçoso mental
E adora baixaria.
Há muito tempo não vejo
Um programa tão 'fuleiro'
Produzido pela Globo
Visando Ibope e dinheiro
Que além de alienar
Vai por certo atrofiar
A mente do brasileiro.
Me refiro ao brasileiro
Que está em formação
E precisa evoluir
Através da Educação
Mas se torna um refém
Iletrado, 'zé-ninguém'
Um escravo da ilusão.
Em frente à televisão
Longe da realidade
Onde a bobagem fervilha
Não sabendo essa gente
Desprovida e inocente
Desta enorme 'armadilha'.
Cuidado, Pedro Bial
Chega de esculhambação
Respeite o trabalhador
Dessa sofrida Nação
Deixe de chamar de heróis
Essas girls e esses boys
Que têm cara de bundão.
O seu pai e a sua mãe,
Querido Pedro Bial,
São verdadeiros heróis
E merecem nosso aval
Pois tiveram que lutar
Pra manter e te educar
Com esforço especial.
Muitos já se sentem mal
Com seu discurso vazio.
Pessoas inteligentes
Se enchem de calafrio
Porque quando você fala
A sua palavra é bala
A ferir o nosso brio.
Um país como Brasil
Carente de educação
Precisa de gente grande
Para dar boa lição
Mas você na rede Globo
Faz esse papel de bobo
Enganando a Nação.
Respeite, Pedro Bienal
Nosso povo brasileiro
Que acorda de madrugada
E trabalha o dia inteiro
Da muito duro, anda rouco
Paga impostos, ganha pouco:
Povo HERÓI, povo guerreiro.
Enquanto a sociedade
Neste momento atual
Se preocupa com a crise
Econômica e social
Você precisa entender
Que queremos aprender
Algo sério - não banal.
Esse programa da Globo
Vem nos mostrar sem engano
Que tudo que ali ocorre
Parece um zoológico humano
Onde impera a esperteza
A malandragem, a baixeza:
Um cenário sub-humano.
A moral e a inteligência
Não são mais valorizadas.
Os "heróis" protagonizam
Um mundo de palhaçadas
Sem critério e sem ética
Em que vaidade e estética
São muito mais que louvadas.
Não se vê força poética
Nem projeto educativo.
Um mar de vulgaridade
Já tornou-se imperativo.
O que se vê realmente
É um programa deprimente
Sem nenhum objetivo.
Talvez haja objetivo
"professor", Pedro Bial
O que vocês tão querendo
É injetar o banal
Deseducando o Brasil
Nesse Big Brother vil
De lavagem cerebral.
Isso é um desserviço
Mau exemplo à juventude
Que precisa de esperança
Educação e atitude
Porém a mediocridade
Unida à banalidade
Faz com que ninguém estude.
É grande o constrangimento
De pessoas confinadas
Num espaço luxuoso
Curtindo todas baladas:
Corpos "belos" na piscina
A gastar adrenalina:
Nesse mar de palhaçadas.
Se a intenção da Globo
É de nos "emburrecer"
Deixando o povo demente
Refém do seu poder:
Pois saiba que a exceção
(Amantes da educação)
Vai contestar a valer.
A você, Pedro Bial
Um mercador da ilusão
Junto a poderosa Globo
Que conduz nossa Nação
Eu lhe peço esse favor:
Reflita no seu labor
E escute seu coração.
E vocês caros irmãos
Que estão nessa cegueira
Não façam mais ligações
Apoiando essa besteira.
Não deem sua grana à Globo
Isso é papel de bobo:
Fujam dessa baboseira.
E quando chegar ao fim
Desse Big Brother vil
Que em nada contribui
Para o povo varonil
Ninguém vai sentir saudade:
Quem lucra é a sociedade
Do nosso querido Brasil.
E saiba, caro leitor
Que nós somos os culpados
Porque sai do nosso bolso
Esses milhões desejados
Que são ligações diárias
Bastante desnecessárias
Pra esses desocupados.
A loja do BBB
Vendendo só porcaria
Enganando muita gente
Que logo se contagia
Com tanta futilidade
Um mar de vulgaridade
Que nunca terá valia.
Chega de vulgaridade
E apelo sexual.
Não somos só futebol,
baixaria e carnaval.
Queremos Educação
E também evolução
No mundo espiritual.
Cadê a cidadania
Dos nossos educadores
Dos alunos, dos políticos
Poetas, trabalhadores?
Seremos sempre enganados
e vamos ficar calados
diante de enganadores?
Barreto termina assim
Alertando ao Bial:
Reveja logo esse equívoco
Reaja à força do mal.
Eleve o seu coração
Tomando uma decisão
Ou então: siga, animal.
E sentir tanta alegria
É sinal de que você
O mau-gosto aprecia
Dá valor ao que é banal
É preguiçoso mental
E adora baixaria.
Há muito tempo não vejo
Um programa tão 'fuleiro'
Produzido pela Globo
Visando Ibope e dinheiro
Que além de alienar
Vai por certo atrofiar
A mente do brasileiro.
Me refiro ao brasileiro
Que está em formação
E precisa evoluir
Através da Educação
Mas se torna um refém
Iletrado, 'zé-ninguém'
Um escravo da ilusão.
Em frente à televisão
Longe da realidade
Onde a bobagem fervilha
Não sabendo essa gente
Desprovida e inocente
Desta enorme 'armadilha'.
Cuidado, Pedro Bial
Chega de esculhambação
Respeite o trabalhador
Dessa sofrida Nação
Deixe de chamar de heróis
Essas girls e esses boys
Que têm cara de bundão.
O seu pai e a sua mãe,
Querido Pedro Bial,
São verdadeiros heróis
E merecem nosso aval
Pois tiveram que lutar
Pra manter e te educar
Com esforço especial.
Muitos já se sentem mal
Com seu discurso vazio.
Pessoas inteligentes
Se enchem de calafrio
Porque quando você fala
A sua palavra é bala
A ferir o nosso brio.
Um país como Brasil
Carente de educação
Precisa de gente grande
Para dar boa lição
Mas você na rede Globo
Faz esse papel de bobo
Enganando a Nação.
Respeite, Pedro Bienal
Nosso povo brasileiro
Que acorda de madrugada
E trabalha o dia inteiro
Da muito duro, anda rouco
Paga impostos, ganha pouco:
Povo HERÓI, povo guerreiro.
Enquanto a sociedade
Neste momento atual
Se preocupa com a crise
Econômica e social
Você precisa entender
Que queremos aprender
Algo sério - não banal.
Esse programa da Globo
Vem nos mostrar sem engano
Que tudo que ali ocorre
Parece um zoológico humano
Onde impera a esperteza
A malandragem, a baixeza:
Um cenário sub-humano.
A moral e a inteligência
Não são mais valorizadas.
Os "heróis" protagonizam
Um mundo de palhaçadas
Sem critério e sem ética
Em que vaidade e estética
São muito mais que louvadas.
Não se vê força poética
Nem projeto educativo.
Um mar de vulgaridade
Já tornou-se imperativo.
O que se vê realmente
É um programa deprimente
Sem nenhum objetivo.
Talvez haja objetivo
"professor", Pedro Bial
O que vocês tão querendo
É injetar o banal
Deseducando o Brasil
Nesse Big Brother vil
De lavagem cerebral.
Isso é um desserviço
Mau exemplo à juventude
Que precisa de esperança
Educação e atitude
Porém a mediocridade
Unida à banalidade
Faz com que ninguém estude.
É grande o constrangimento
De pessoas confinadas
Num espaço luxuoso
Curtindo todas baladas:
Corpos "belos" na piscina
A gastar adrenalina:
Nesse mar de palhaçadas.
Se a intenção da Globo
É de nos "emburrecer"
Deixando o povo demente
Refém do seu poder:
Pois saiba que a exceção
(Amantes da educação)
Vai contestar a valer.
A você, Pedro Bial
Um mercador da ilusão
Junto a poderosa Globo
Que conduz nossa Nação
Eu lhe peço esse favor:
Reflita no seu labor
E escute seu coração.
E vocês caros irmãos
Que estão nessa cegueira
Não façam mais ligações
Apoiando essa besteira.
Não deem sua grana à Globo
Isso é papel de bobo:
Fujam dessa baboseira.
E quando chegar ao fim
Desse Big Brother vil
Que em nada contribui
Para o povo varonil
Ninguém vai sentir saudade:
Quem lucra é a sociedade
Do nosso querido Brasil.
E saiba, caro leitor
Que nós somos os culpados
Porque sai do nosso bolso
Esses milhões desejados
Que são ligações diárias
Bastante desnecessárias
Pra esses desocupados.
A loja do BBB
Vendendo só porcaria
Enganando muita gente
Que logo se contagia
Com tanta futilidade
Um mar de vulgaridade
Que nunca terá valia.
Chega de vulgaridade
E apelo sexual.
Não somos só futebol,
baixaria e carnaval.
Queremos Educação
E também evolução
No mundo espiritual.
Cadê a cidadania
Dos nossos educadores
Dos alunos, dos políticos
Poetas, trabalhadores?
Seremos sempre enganados
e vamos ficar calados
diante de enganadores?
Barreto termina assim
Alertando ao Bial:
Reveja logo esse equívoco
Reaja à força do mal.
Eleve o seu coração
Tomando uma decisão
Ou então: siga, animal.
FIM
sexta-feira, 14 de março de 2014
"Grande Ponto" será lançada na noite de hoje, 14.
![]() |
| Divulgação |
A terceira edição da Revista Grande Ponto será lançada nesta sexta-feira, 14, às 18h, durante as comemorações do Dia Nacional da Poesia, na Pinacoteca do Estado, no Centro Histórico de Natal. A publicação que vem contanto um pouco da História de Natal enfoca vários assuntos importantes da cidade.
Durante décadas escutamos e vimos publicações que o único interesse do governo americano em se instalar em Natal durante a 2ª Grande Guerra Mundial teria sido por causa da localização geográfica da cidade com relação ao continente africano. Não era bem assim. Mércia Carvalho pesquisou e descobriu que os americanos tinham outras opções e Natal foi escolhida porque, somado a essa condição, tinha também salubridade. Ou seja, era uma cidade totalmente saneada desde 1939 e servia de modelo para todo o País. A última guerra de trincheira também contabilizava muitas mortes por doenças...
O Aero Clube, segundo matéria do Jornal A República voltava-se para “a sociedade de alta distinção e elegância”. Gabriela Siqueira conta um pouco da História desse clube criado em 1928, até hoje em funcionamento no bairro do Tirol, apesar de estar completamente desfigurado com relação a sua arquitetura original.
Rosário
Conheça uma pouco da Igreja do Rosário, da Irmandade dos Negros, pela visão histórica e atual de Luís da Câmara Cascudo, que a descreve no seu livro A História da Cidade do Natal “como pequenina, pobre, com sua torrezinha quadrada, sua imposta no frontão, ao gosto melancólico dos velhos oratórios, e que passa sem registro nas crônicas de outrora...”
Serviço
Revista Grande Ponto
Praça Sete de Setembro, SN, Pinacoteca do Estado
Dia Nacional da Poesia, 14 de março de 2014, ás 18h
Distribuição Gratuita
Patrocínio: Cosern
quinta-feira, 13 de março de 2014
Um jeito de mudar o mundo.
"14/03 - DIA NACIONAL DA POESIA!"
PARABÉNS AMIGOS E AMIGAS POETAS!
JEITO DE MUDAR O MUNDO...
O poeta faz dos versos sua morada
Nela arquiva seus poemas em seleta
Cria nuances pra musa predileta
E rende homenagens à lua amada.
O alicerce da casa do poeta
É a poesia... Virtual! Dedicada
A paz, a vida, a labuta e reservada
Ao cabal amor, sua arma mais secreta.
Cantar, versar, rimar, ação preferida
Desse artista. Pinta arte pra que cative
Os ímpios pelas vitrines desta vida.
A sua casa permanece firme e livre...
Porque se a morte vil lhe roubar a lida,
A saga do poeta nos livros vive!!!
15/10/2009 - D I L S O N - NATAL/RN.
PARABÉNS AMIGOS E AMIGAS POETAS!
JEITO DE MUDAR O MUNDO...
O poeta faz dos versos sua morada
Nela arquiva seus poemas em seleta
Cria nuances pra musa predileta
E rende homenagens à lua amada.
O alicerce da casa do poeta
É a poesia... Virtual! Dedicada
A paz, a vida, a labuta e reservada
Ao cabal amor, sua arma mais secreta.
Cantar, versar, rimar, ação preferida
Desse artista. Pinta arte pra que cative
Os ímpios pelas vitrines desta vida.
A sua casa permanece firme e livre...
Porque se a morte vil lhe roubar a lida,
A saga do poeta nos livros vive!!!
15/10/2009 - D I L S O N - NATAL/RN.
PUBLICADO NO RECANTO DAS LETRAS
Enviado por DILSON POETA em 13/03/2014Código do texto: T4726788
quarta-feira, 12 de março de 2014
Analfabetizando-se (ou Eu e o Outro) A Roberto Lima, um poema de Ana Maria Cortez Gomes.
Ana Maria Cortez Gomes
Analfabetizando-se (ou Eu e o Outro) A Roberto Lima, um poema de Ana Maria Cortez Gomes.
Não olho o outro
Ele não me ignora
Ele não me ignora
No meu pensamento
O outro está ausente
O outro está ausente
Eu sou alfabetizado
O outro não
O outro não
Eu posso elevar a voz
Para o outro responder
Para o outro responder
Posso comer à vontade
Do que o outro me prepara
Do que o outro me prepara
Escuto música erudita
Sem compartilhar com o outro
Sem compartilhar com o outro
Minha vida está repleta
O amanhã desconhece o outro
O amanhã desconhece o outro
O outro sorri
Sem saber o porquê
Sem saber o porquê
Se eu sou feliz
O outro será
O outro será
O outro preenche a minha vida
Na maneira do seu viver
Na maneira do seu viver
Eu me analfabetizo
Para viver com o outro
Para viver com o outro
O outro se apaga
Para comigo viver
Para comigo viver
Meu viver com o outro
Dilui-se numa só vida
Dilui-se numa só vida
Juntos viveremos
Do porque não sabemos
Do porque não sabemos
domingo, 9 de março de 2014
Porque amo ler.
(Depoimento em forma de poema)
Araceli Sobreira Benevides*
A palavra que vem do Outro...
A enorme procura.
A ânsia de viver outras vidas,
de não ser eu mesma,
mas, ao mesmo tempo,
ser, sem ser a mesma...
Palavras outras, palavras minhas,
substanciadas em conteúdos
devorados, trocados,
sonhados, re-colhidos...
Um amor despertado em
páginas-mundos agitados,
removidos,
rememorados,
transportados para outra esfera,
que me trazem para o aqui,
o agora e o porvir, também.
Enxergar melhor o que em mim é o mesmo,
o diferente, o disperso, o ausente, o silêncio.
Em lendo, emergir na voz interna que grita:
“Corre, vá, mundo afora...”
Embora esteja presa neste corpo que apenas gira a página.
Em lendo, transformar-me em tudo.
Embora os olhos se retraiam, míopes, cansados.
Outros olhos, não mais perdidos:
Só brilho, encanto, mito.
E as palavras?
Lendo-as, torno-as minhas,
Recebo-as em pensar, em colheitas fartas,
Em compartilhar.
Escrevendo-as, retiro de mim o que me doaram.
De um jeito entraram,
de outro jeito saem: fluidas, mágicas, plurais em tom, rimas, canto e coro.
Lendo-as, relendo-as,
um amor eterno, juvenil,
antes mítico, hoje meta.
Devorar o mundo das letras,
Sendo voraz nessa fome sem fim: ler, ler, ler!
*Poetisa. Contista. Professora de Língua Portuguesa e Literatura da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte. Autora do livro “O Chamado – ou um cântico para a liberdade e outras poesias”. Pesquisadora da área de Leitura e Formação Docente.
- Com post na página da autora
quarta-feira, 5 de março de 2014
Versos infelizes.
INVERSÃO DE VALORES
A
Lei de Talião, olho por olho dente por dente,
Dizem
que é barbárie não agrada muita gente.
Mas
impõe ao povo a vergonha e a moralização;
Está
certo quem mata no nosso Brasil querido,
Errado
é o homem coerente bastante sofrido,
Esta
verdade dói, mas, está na administração.
Os
Direitos humanos são bem elaborados,
Mas
nunca protegem os homens de bem,
Sempre
apóiam qualquer homem errado;
E
não procuram cuidar do que fica refém,
Se
você tiver roubado um milhão ou cem,
Tem
imunidade não pode ser prejudicado.
Matar
um bandido é crime inafiançável,
Matar
um policial; para o bandido é agradável,
O
coitado deixa a família sem proteção;
A
família do bandido tem direitos humanos,
Direitos
do coitado do policial são desumanos,
Deixa a família a ver navios na amplidão.
A
polícia serve apenas para assistir baderna,
Do
mascarado ladrão que se entoca em caverna,
Depois
de assaltar o banco, o ônibus e se gloriar;
Com
armas de grosso calibre amedrontando,
Qualquer
um que seja contra ele sai matando,
Se
for preso tem auxílio reclusão para se sustentar.
J. Miguel
Nota: poema enviado por Argemiro Cunha.
E haja felicidades!
VERSOS FELIZES!
Hoje que a paz em meu coração more
Apertos de mãos firmes me ofereça
Pinte a amizade na minha cabeça
Pra mim seja leal, por mim sempre ore!
Agora, com seus abraços me aqueça
Me paparique, me mime, me adore,
Todos os meus sentimentos explore
Dê-me as felicitações que eu mereça!
Na vida de poesia que assim se fez
Quando nasci marquei no meu diário:
"Março", por Deus, o mais abençoado mês!
É só procurar no calendário
Que dia é hoje? Repare... é dia três...
O dia do meu aniversário!!!
03/03/2013 - D I L S O N - NATAL/RN.
Código do texto: T4710888
Hoje que a paz em meu coração more
Apertos de mãos firmes me ofereça
Pinte a amizade na minha cabeça
Pra mim seja leal, por mim sempre ore!
Agora, com seus abraços me aqueça
Me paparique, me mime, me adore,
Todos os meus sentimentos explore
Dê-me as felicitações que eu mereça!
Na vida de poesia que assim se fez
Quando nasci marquei no meu diário:
"Março", por Deus, o mais abençoado mês!
É só procurar no calendário
Que dia é hoje? Repare... é dia três...
O dia do meu aniversário!!!
03/03/2013 - D I L S O N - NATAL/RN.
PUBLICADO NO RECANTO DAS LETRAS
Enviado por DILSON POETA em 01/03/2014Código do texto: T4710888
sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014
27/02/2014 20h39 - Atualizado em 27/02/2014 20h58
Praia tem indícios da passagem do
autor de 'O Pequeno Príncipe' em SC
Antoine de Saint Exupery visitou local na década de 1920.
Ruas com nome do escritor e do livro são encontradas no bairro.
Luíza FregapaniDo G1 SC
O Bairro Campeche, no Sul da Ilha de Santa Catarina, apresenta diversas referências ao escritor francês Antoine de Saint Exupery, autor do livro 'O Pequeno Príncipe'. De acordo com moradores, há registros históricos da passagem do escritor pelo local, entre a década de 1920 e 1940.
pilotos (Foto: Luíza Fregapani/G1 SC)
A região do Campeche era utilizada como ponto de parada para os pilotos do Aero Postale, correio francês, que tinha Florianópolis na rota de entregas de correspondências entre Paris e Buenos Aires, na Argentina.
"Há registro de pelo menos três passagens de Exupery pelo local. Na região funcionava o Campo da Aviação, onde os pilotos desciam para entregas e para reabastecer o avião. No local, eles ficavam na Casa dos Pilotos. A Ilha era ponto de referência", explica Mônica Cristina Correa, da Fundação Saint Exupery, da Ong Zeperri e Doutora em Língua e Literatura Francesa pela Universidade de São Paulo – USP.
As visitas renderam ao piloto o apelido de Zé Perri. "Houve vários encontros dele com os pescadores, o que criou este personagem. A presença dele foi embelezada por aqueles que conheceram e contaram as histórias por meio da tradição", lembra Mônica. O livro 'O Pequeno Príncipe' é um dos mais traduzidos no mundo, ficando atrás apenas da Bíblia, segundo Mônica. Em 2013 a primeira publicação do livro completou 70 anos.
No bairro há diversos nomes que fazem referência à época. Servidão Saint Exupery, Avenida Pequeno Príncipe e Servidão Aviação Francesa, além de estabelecimentos comerciais, como pousadas, são alguns dos exemplos. "O nome Campeche veio da Ilha, que era utilizada como referência para o pouso. Porém, em francês, este nome parece 'Camp et Pêche', que seria 'Campo da Pesca'. Como era uma vila de pescadores, pode ter acontecido de os franceses trocarem o significado original da palavra", esclarece Mônica.
Além de Exupery, que na época era chefe da Aero Postale na Argentina, centenas de outros franceses passaram pelo local. "É uma região histórica, que viveu os primórdios da aviação. O aeroporto foi instalado no Sul da Ilha porque já havia esta rota anterior de aviação. O Campo foi extinto depois da construção do aeroporto", explica Mônica.
A história de Zé Perri chegou à Fundação Exupery, na França, e, segundo Mônica, impressionou os franceses. "Eles ficaram muito surpresos, porque não conheciam as informações e por meio de arquivos históricos também estão ajudando a montar o contexto. O Campeche é o único lugar fora da França que guarda tantos detalhes históricos do autor", comenta. A história foi retratada no documento 'De Saint Exupery a Zeperri', que traz diversos depoimentos e documentos.
Um projeto, aprovado pelo Ministériio da Cultura, vai restaurar a Casa de Pilotos, onde será construído um Memorial dos pilotos e pescadores. O Campo de Aviação e a casa, que está abandonada, ficam na esquina das Avenidas Campeche e Pequeno Príncipe.
tópicos:
Exupéry não pousou em Natal, se posou em Santa Catarina em direção a Buenos Aires, vindo da França? Liacir Lucena, phd em física, cientista potiguar diz que é uma questão de lógica.
Questão de Lógica
Se o avião de Saint Exupéry posou em Santa Catarina vindo da França a caminho de Buenos
Aires, como ele pode ter deixado de pousar em Natal ?
Sent from my iPad
Sent from my iPad
Begin forwarded message:
Date: February 27, 2014 22:51:44 GMT-03:00
To:
Subject: G1 - Praia tem indícios da passagem do autor de 'O Pequeno Príncipe' em SC - notícias em Verão 2014
http://g1.globo.com/sc/santa-catarina/verao/2014/noticia/ 2014/02/praia-do-campeche-tem- referencias-da-passagem-de- exupery-pelo-local.html
Sent from my iPadLiacir Lucena vê indícios de passagem do grande escritor e piloto francês Antoine Saint-Exupéry em Natal.Acessem ao link do G.1
domingo, 23 de fevereiro de 2014
Bom Dia!, soneto de Dilson Ferreira.
BOM DIA, EM NOME DO SENHOR JESUS!
SONETO DE INSTRUÇÕES!
(1 Reis 2:1-12)
O pai diz pro filho na hora da morte:
"Guarda os preceitos do Senhor nosso Deus,
Pra que sejam prósperos os dias teus,
Sendo homem prudente, fiel e forte."
"Vai nos seus caminhos como consorte;
Propaga seus mandamentos aos ateus,
Mostre para todos que um único Deus
É responsável pela nossa sorte."
"Vença teus combates aqui na terra
Porque lá no céu não terás mais guerra
E sim, a vida eterna em alegria..."
"Filho, vou pelo caminho dos mortais
Ao lugar para que não se sofra mais
E onde nos encontraremos um dia!"
16/02/2014 - D I L S O N - NATAL/RN.
TODOS OS DIREITOS RESERVADOS.
SONETO DE INSTRUÇÕES!
(1 Reis 2:1-12)
O pai diz pro filho na hora da morte:
"Guarda os preceitos do Senhor nosso Deus,
Pra que sejam prósperos os dias teus,
Sendo homem prudente, fiel e forte."
"Vai nos seus caminhos como consorte;
Propaga seus mandamentos aos ateus,
Mostre para todos que um único Deus
É responsável pela nossa sorte."
"Vença teus combates aqui na terra
Porque lá no céu não terás mais guerra
E sim, a vida eterna em alegria..."
"Filho, vou pelo caminho dos mortais
Ao lugar para que não se sofra mais
E onde nos encontraremos um dia!"
16/02/2014 - D I L S O N - NATAL/RN.
TODOS OS DIREITOS RESERVADOS.
quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014
Papa contra o deus dinheiro.
El Papa Francisco arremete contra el dios Dinero
Tras llegar este domingo a Cagliari, capital de la isla italiana de Cerdeña, y escuchar a tres víctimas de la crisis (un parado, un pastor y una empresaria) que se quejaban de que la falta de trabajo les está robando la esperanza, el papa Francisco decidió saltarse el discurso oficial que tenía preparado, informó Reuters.
“Perdonad si estas palabras son un poco fuertes, pero digo la verdad: la falta de trabajo te lleva a sentirte sin dignidad. ¡Donde no hay trabajo no hay dignidad! Y esta tragedia es la consecuencia de un sistema que idolatra a un dios llamado Dinero“, declaró el pontífice.
Durante una misa celebrada ante más de 300.000 personas fuera de la catedral de Cagliari, el papa atacó al capitalismo por ser el causante de un gran sufrimiento y afirmó que “hombres y mujeres tienen que estar en el centro” del sistema económico.
“El actual sistema económico nos está llevando a una tragedia. Vivimos las consecuencias de una decisión mundial, de un sistema económico que idolatra a un dios llamado Dinero”, aseguró Jorge Mario Bergoglio.
Asimismo, el papa afirmó que la globalización ha traído consigo una cultura en la que los más débiles de la sociedad son quienes más sufren: los marginados, los colectivos en riesgo de exclusión y los ancianos, quienes, en su opinión, “están siendo víctimas de una eutanasia encubierta”, condenados al abandono por ser considerados “improductivos”.
“Para defender la cultura económica, se ha instalado una cultura de usar y tirar. Nos deshacemos de los ancianos y de los jóvenes. Tenemos que decir ‘no’ a esta cultura de usar y tirar. Lo que queremos es un sistema justo que ayude a todos”, manifestó
(Tomado de Russia Today)
Soneto Doçura!
"Quão formosa e quão aprazível és,
ó amor em delícias!" (Cantares 7:6)
SONETO DOÇURA!
Dilson Ferreira.
O mel é doce. Teus beijos são também.
Mel alimenta. Também os teus beijos...
Que aviva a fogueira dos meus desejos
Fazendo qu'eu diga: - Tu és o meu bem!
Versejo, que igual a ti não há ninguém
Com doçura no olhar alguém não vejo
Ávido amor, aproveitando o ensejo
Quando sorvo do mel qu'os teus lábios tem!
Claro que virão provas... atropelos...
Mas se nosso amor for feito de zelos,
Aqui na terra far-se-á nosso céu.
E se sempre eu cavalgar teus cabelos,
Entre dádivas, bênçãos e desvelos,
No nosso favo nunca faltará mel!
12/02/2014 - D I L S O N - NATAL/RN.
TODOS OS DIREITOS RESERVADOS
ó amor em delícias!" (Cantares 7:6)
SONETO DOÇURA!
Dilson Ferreira.
O mel é doce. Teus beijos são também.
Mel alimenta. Também os teus beijos...
Que aviva a fogueira dos meus desejos
Fazendo qu'eu diga: - Tu és o meu bem!
Versejo, que igual a ti não há ninguém
Com doçura no olhar alguém não vejo
Ávido amor, aproveitando o ensejo
Quando sorvo do mel qu'os teus lábios tem!
Claro que virão provas... atropelos...
Mas se nosso amor for feito de zelos,
Aqui na terra far-se-á nosso céu.
E se sempre eu cavalgar teus cabelos,
Entre dádivas, bênçãos e desvelos,
No nosso favo nunca faltará mel!
12/02/2014 - D I L S O N - NATAL/RN.
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sábado, 8 de fevereiro de 2014
Manoelsinho, o poeta caicoense esquecido.
O poeta Manoel Vale
Luiz Gonzaga Cortez *
O poeta Manoel de Araújo Vale, falecido há 30 anos (9 de janeiro de 1984),
foi uma das maiores figuras humanas no meio da intelectualidade natalense dos anos sessenta/setenta. Anti-conservador,
anti-burguês, anti-acadêmico e anti-capitalista – anti-tudo que representasse
injustiça, miséria, exploração, ignorância e sacanagens mil da sociedade
decadente e consumista – Manoelsinho,
ex-aluno do Colégio Estadual do Atheneu Norte-rio-grandense, onde fez os
primeiros ensaios de estudante militante contestador e reivindicador, foi um
rapaz pobre que veio de Caicó estudar na capital e aqui desenvolveu o seu
talento literário e a sua verve poética. Baixinho, estrábico, fala mansa, Manoelsinho foi um homem bom, sem as
malícias e defeitos pequeno-burgueses de que somos possuídos. Com a sua
aparência desleixada, sua mochila surrada e cheia de livros, cadernos e papéis,
ele gostava de baixar nos bares e recantos mais díspares de Natal, nos tempos
em que se andava a pé da Cidade Alta ao Bar Postinho, na praia do Meio; ou de
Nova Descoberta, Tirol e Alecrim para os
becos sujos e escuros da Ribeira velha de guerra, a qualquer hora da madrugada.
Só ou acompanhado, biritado ou não. Sem lenço e sem documento. No bar, no
boteco, no boisinho ou no cabaré, era capaz de escrever lindos poemas. Amava a
vida e a humanidade. Amava todos: os operários, as prostitutas, os intelectuais
e os políticos comprometidos com a redemocratização do Brasil ( Movimento Pró
Anistia), os cineastas e os cinéfilos (tinha muitos amigos no Cine Clube Tirol,
de Natal, dentre eles, Palocha e Juliano Siqueira) e o povo oprimido.
Participou das movimentações em favor da Anistia, 1979, e das Diretas Já, em
1984, mas não chegou a assistir a eleição de Tancredo Neves por causa do
“Momento alvissareiro da fatal viagem”, nome de um seus dos poemas do único livro que tenho de
Manoel Vale ( Viver a Vida, Natal, 1978). Lembro-me que participou de um
comício ( com a sua bolsa a tiracolo) que houve no centro da cidade, na avenida
Deodoro, esquina com a rua João Pessoa, em favor da Anistia, fato documentado
por uma fotografia que boiou na redação do Diário de Natal, onde ingressei no
finalzinho de 1978, e recentemente publicada no livro Anistia – 20 anos depois, editado pelo Sindicato dos Bancários.
Estou me lembrando de Manoelsinho, não somente devido ao
esquecimento do seu nome e da sua poesia, mas porque no dia 18 vindouro fará 21
anos que me encontrei com ele numa fila da agência Ribeira do Banco do Brasil,
após vários anos sem vê-lo, e, depois de um afetuoso abraço, me deu o seu livro
“Viver a Vida ( Poemas)”, com a seguinte dedicatória: “Ao amigo, Gonzaga
Cortez, que os tempos bons do velho Atheneu, tempos de luta e de refregas
memoráveis de vitórias gerais e algumas derrotas pessoais sejam o alicerce da
luta maior, da grande luta em busca de um Brasil mais fraterno, mais solidário
e mais humano, para nós que fazemos a Nação rica e, infelizmente, mais
consubstancialmente, pelo total de habitantes, sofrida e explorada. Natal (Rn),
18.10.79. Manoel Vale”. Eu estudei dois anos no Atheneu, no inicio da década de
70, mas já tinha andado por lá e
adjacências entre 1966/68, nas campanhas estudantis e contra a Guerra do
Vietnã, distribuindo panfletos mimeografados que eram passados por Juliano
Siqueira. Conheci Manoelsinho em Natal, nos bares, nas esquinas, no café São Luiz e
no velho Atheneu.
Ele escreveu poemas de fortes críticas sociais. Atualíssimo, “Pranto Sentido” é um deles: “Quero
sentir e cantar,/ mas o tempo não dá,/o mundo não deixa: / só há tempo para a
queixa/ da pobreza,/ que vive a mendigar./ Quero cantar e não chorar,/ mas
agora não dá,/ neste mundo desajustado,/ espoliado,/ onde impera/ só a miséria.
/ Os pobres pedem comida,/ pois não têm comer na barriga!/ E os governantes/
não dão ouvidos/ a esses pobres mendigos
De alimentos e de justiça./
Justiça! ... Justiça! .../ Para este mísero mundo cão,/ onde aos pobres falta o
pão/ e aos criminosos a prisão”.
Manoelsinho também deixou um livro de poesia inédito, cujos
originais deveriam ser resgatados pelo Sindicato dos Bancários do RN.
Manoel de Araújo Vale, que deveria ser nome de rua de Natal e de Caicó,
foi funcionário do Banco do Brasil e contraiu malária numa cidade da região
Norte do Brasil, antes de 1980, e, em conseqüência, tornou-se cardíaco (
coração grande), vindo a falecer em 1984, já aposentado por invalidez. O poeta
e companheiro de trabalho ( e camarada ideológico), Horácio Paiva, escreveu um
artigo a seu respeito ( “Manoel de Araújo Vale: presente”) na Tribuna do Norte
de 10 de fevereiro de 1985, mas a sua vida e a obra poética, o homem que
sonhava com o real e o imaginário,” que transpunha para a poesia as suas
concepções dialéticas, concepções que o levaram a assumir dignamente a vida,
viver a vida”, a lutar pela democracia e
o socialismo, precisam ser resgatadas. Pois é, temos na direção do Jornal de
Hoje, um jornalista natural de Caicó, Aluizio Lacerda, que deve ter conhecido Manoelsinho, com quem deveríamos contar
na luta para torná-lo nome de rua ou pracinha (ou será que já denominaram
alguma artéria com o seu nome?), em homenagem ao grande poeta dos excluídos. Na
festa dos 180 anos de fundação do Atheneu Norte-rio-grandense, ocorrido na manhã
de 03.02.2014, ninguém se lembrou do poeta caicoense e líder estudantil. Os
jovens estudantes que estavam lá só faziam barulho, conversando e rindo até que
a secretária de educação do Estado, Betânia Ramalho, pediu silêncio para que
todos ouvissem os oradores, inclusive ela. Betânia discursou e deu o seu recado.
*Luiz Gonzaga Cortez é jornalista.
sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014
"Rascunho" será lançado no dia 12 de março.
SEXTA-FEIRA, 7 DE FEVEREIRO DE 2014
Fonte: Blog de Miranda Gomes.
O PRESIDENTE DA UBE/RN TEM A SATISFAÇÃO DE CONVIDAR, PARA OS AUTÓGRAFOS DE DIULINDA GARCIA, CHEGANDO EM MARÇO COM NOVO LIVRO.
DIULINDA RESPIRA POESIA. ESSA É A SUA MANEIRA DE SENTIR A VIDA E VIVÊ-LA COM INTENSIDADE. É PARA A POESIA QUE ELA TRANSFERE OS FRAGMENTOS DO SEU EXISTIR.
O CONVITE É EXTENSIVO AOS FAMILIARES, ESCRITORES, AMIGOS, CONFREIRAS E CONFRADES DAS INSTITUIÇÕES ÀS QUAIS PERTENCE (UBE/RN, AJEB/RN, SPVA/RN. IHG/RN, INRG, ENTRE OUTRAS).
SERVIÇO:
LIVRO: RASCUNHO
DATA: 12-03-214
HORA: 19:HS
LOCAL:BUFFET RENATA MOTTA
RUA MONSENHOR HONÓRIO, 218, TIROL
AGRADECE
ROBERTO LIMA DE SOUZA
PRESIDENTE DA UBE/RN
DIULINDA RESPIRA POESIA. ESSA É A SUA MANEIRA DE SENTIR A VIDA E VIVÊ-LA COM INTENSIDADE. É PARA A POESIA QUE ELA TRANSFERE OS FRAGMENTOS DO SEU EXISTIR.
O CONVITE É EXTENSIVO AOS FAMILIARES, ESCRITORES, AMIGOS, CONFREIRAS E CONFRADES DAS INSTITUIÇÕES ÀS QUAIS PERTENCE (UBE/RN, AJEB/RN, SPVA/RN. IHG/RN, INRG, ENTRE OUTRAS).
SERVIÇO:
LIVRO: RASCUNHO
DATA: 12-03-214
HORA: 19:HS
LOCAL:BUFFET RENATA MOTTA
RUA MONSENHOR HONÓRIO, 218, TIROL
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